quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Lavadeiras da Lusitânia em “Asterix, o Legionário” (1967)

Em “Astérix, o Legionário”, de Goscinny e Uderzo, há uma referência à canção “Les Lavandiéres du Portugal”.

Um dos centuriões , enquanto lava a sua roupa, trauteia o refrão:

“Les lavandières de Lusitanie et tap et tap et tap...”

(“As lavadeiras da Lusitânia [Portugal] fazem tap-tap”)


Asterix e Obelix não chegaram a visitar a Lusitâna (apenas visitaram a Hispânia), mas existêm diversas referências aos lusitanos, os quais são sempre baixinhos e educados, pois Uderzo disse que todo os portugueses que ele conhecera eram assim.

4 comentários:

Anónimo disse...

Em "O Domínio dos Deuses" (1971), entre os escravos dos romanos, vêem-se cinco portugueses, designados por iberos ou lusitanos, os únicos especificamente citados na série."


http://amoodthatpassesthrough.blogspot.com/2009/10/parabens-asterix.html

ptbd disse...

http://bddesempre.blogspot.com/search/label/Brian%20Alves


http://bddesempre.blogspot.com/search/label/T%C3%B3nius

bdpt disse...

Tonius em finlândia

http://www.antikvaari.fi/naytatuote.asp?id=609344

http://www.huuto.net/kohteet/tonius-1-kultainen-taimen/139405948

Blogger disse...

https://www.timeout.pt/lisboa/pt/blog/os-12-trabalhos-de-asterix-e-outras-tantas-curiosidades-101816

Astérix e Viriato

Chauvinistas não, mas que estes gauleses têm as suas preferências, isso têm. Em todas as viagens que fizeram – e apesar de o cenário ter sido posto como hipótese por Uderzo – Astérix e Obelix nunca pousaram pé na Lusitânia. O esperado encontro com Viriato nunca aconteceu e o melhor que conseguimos foi uma referência em O Domínio dos Deuses (1971). A caricatura esgota-se numa tira mas está lá: baixinhos, calvos e de bigode farfalhudo, educados, simpáticos e com queda para a poesia.

Antes, em Asterix o Legionário (1967), encontramos um legionário que canta sobre as lavadeiras da Lusitânia, numa referência à canção de Jacqueline Francois, "Les lavandières du Portugal", de 1965. E é tudo.

O irredutível mirandês

Em Setembro de 2005 foi publicada primeira tradução de Astérix em língua mirandesa, muito por esforço de um outro irredutível chamado Amadeu Ferreira, que percebeu que com este gesto poderia fazer mais pela preservação e reconhecimento da língua do que com a organização de cem colóquios. Depois de Asterix, l Goulés, surgiu L Galaton (O Grande Fosso), já em 2007, uma edição bilingue em mirandês e francês. O ultimo álbum de Astérix (O Papiro de César, 2015), já teve edição simultânea em português e mirandês.