segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Portugal romântico com “Ein Sommer in Portugal” (“Um verão em Portugal”) (2013)


"Ein Sommer in Portugal" (Um Verão em Portugal”) é um telefilme realizado por Michael Keusch para a ZDF, no âmbito da série “Ein Sommer …” (que inclui igualmente “Ein Sommer in Kroatien”, “Ein Sommer in Paris”, “Ein Sommer in Amalfi”, entre outros).

Cerca de 6 milhões de telespectadores viram o telefilme protagonizado por Gesine Cukrowski (no papel de Liane) e pelo actor português Paulo Pires (João), contando igualmente com a participação de Patrícia André (Antilla) e Renato Godinho (Polícia de Moto).

Os locais são cuidadosamente seleccionados: Além de Lisboa vamos para Cascais e Sintra - inquestionavelmente pérolas turísticas de Portugal.

E a banda sonora inclui vários temas dos Deolinda e Ana Moura.


Sinopse

Liane, que passou grande parte da sua vida a cuidar dos filhos, viaja para Lisboa para se encontrar com o seu marido Ben (constantemente ausente por motivos de trabalho) para uma romântica semana, por ocasião do 20º aniversário do seu casamento. Mas ao chegar a Lisboa, Liane tem uma primeira surpresa pois a chegada de Ben fora adiada por atraso do seu projecto em Marrocos, e quem a recebe é João, um amigo viúvo que faz de (improvisado) guia de turismo, permitindo que ela descubra as belezas de Portugal e se sinta atraída por João.

Tourada 

As touradas aparecem na película numa cena gravada na praça de touros do Campo Pequeno em que a protagonista Liana, acompanhada pelo marido Ben, fica chocada com a violência e a crueldade do espectáculo e decide abandonar o recinto.

Fontes: wikipedia / portugal forum / rowboat

Video: Youtube


Liana começa a ser conquistada pelo "estomâgo"

De scooter junto ao Aeroporto de Lisboa
 

João anda de scooter sem capacete, sendo mandado parar  pela polícia

Ligação de Antilla (Patrícia André) a Ben

O polícia português (Renato Godinho) fala em alemão com Liane.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Entre Lisboa e Nagasaki no filme "7 gatsu 24 ka dôri no Kurisumasu" ("Christmas na Av. 24 de julho") (2006)


"Christmas na Av. 24 de julho", um título insólito, pelo menos em português. Distinto do significado que tem para o mundo ocidental, o Natal para o povo japonês é apenas uma época romântica. E é nesse ambiente de busca por um relacionamento que a protagonista devaneia.

Baseado na novela homónima de Shuichi Yoshida, este filme decorre em duas cidades distantes entre si, mas que o autor considera serem muito semelhantes - Lisboa e Nagasaki.


A protagonista, uma rapariga que, por influência de um livro de "manga" que vai lendo, imagina estar em Lisboa durante algumas situações, justifica os devaneios da sua imaginação com as muitas e diferentes características que Lisboa e Nagasaki têm em comum - os eléctricos, as colinas, as vielas e, em particular, um candeeiro de iluminação pública que existe, de facto, no centro do Largo das Portas do Sol e que tem um "gémeo" em Nagasaki.

Ao longo do filme, diversos raccords entre aspectos das duas cidades assinalam a transição da protagonista entre o seu mundo real, Nagasaki, e o seu mundo fantasiado, Lisboa.

Rua Augusta

Vestígios do mundo real lastram o cenário da imaginação.


Rua das Açucenas à Ajuda.

O realizador explora inúmeros planos de eléctricos em diversos locais da cidade, pois eles são o meio de transporte da protagonista também em Nagasaki.



Praça de Luís de Camões numa perspectiva pouco acessível.


Praça da Figueira

Explorando a enorme diversidade de cenários disponíveis



Calçada de São Francisco.


Uma singular perspectiva da Rua da Voz do Operário à Graça.


A Rua da Bica Duarte Belo aparece diversas vezes no decurso do filme e sempre em planos distintos.



Deserto, o Largo das Portas do Sol com uma única "turista".


A igreja de São Vicente de Fora. 


Encontrada a sua paixão, no final do filme a protagonista consegue transportá-la até ao seu mundo imaginado, cada vez mais real.


Talvez por intenção, ou talvez não, a verdadeira Avenida 24 de Julho nunca aparece. Surge aqui junto ao Mosteiro dos Jerónimos.
 

Texto e imagens: Lisboa no cinema (adaptado) 

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Lisboa como lugar mítico no filme “Saraba natsu no hikari” ("Adeus ao verão da Luz") de Yoshishige Yoshida (1968)


Falsamente apresentado como um road-movie, o filme não segue, contudo, a deriva de uma viagem. O seu périplo salta entre lugares para estar neles, sem se preocupar em viajar entre eles. Embora próximo de “Viaggio in Italia” (1954) de Roberto Rossellini, no sentido em que a viagem acompanha o caso amoroso de um casal — neste caso num casal em inicio de relação; no filme italiano num casal em crise de uma antiga relação, substituindo-se assim os lugares de Itália de Rossellini por lugares da Europa (embora Roma seja a cidade final da viagem do filme de Yoshida).

O filme centra-se em Makoto Kawamura (Tadashi Yokouchi), professor universitário de arquitectura que viaja na Europa em busca do edifício que inspira uma Igreja que existia em Nagasaki, destruída pelas perseguições cristãs no Japão, e que descobrira num desenho que o acompanha; e Naoko Toba (Mariko Okada), uma japonesa casada com um francês e morada em Paris, que se dedica à importação de mobiliário e objectos de arte, e que teve familiares mortos em Nagasaki.


Esta cidade japonesa, simultaneamente referida e ausente, assume relevância simbólica no filme: primeiro como o primeiro lugar de fixação dos portugueses, com feitoria comercial, portanto da primeira chegada da cultura ocidental; depois como símbolo de destruição da bomba atómica no final da 2ª Guerra, portanto, um símbolo trágico dessa ligação do Ocidente com o Japão.

Nagasaki intersecta as respectivas ‘mnemose’ [memória] e ‘amnese’ das duas personagens, sendo o lugar ausente que anima o encontro amoroso em diferentes lugares da Europa: Kawamura veio para a Europa para recuperar uma memória das origens do contacto (a Igreja); Naoko para esquecer uma recente e trágica da morte da família com a bomba. Contudo, o amor deste encontro, marca o retorno dessa ligação às raízes que Naoko procurava esquecer.


Na primeira cena do filme observamos Kawamura a entrar na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos pelo portal Sul, passando depois ao Claustro, a que se segue a Torre dos Jerónimos.

A passagem por estes lugares históricos são acompanhados por reflexões da personagem em voz off (dominante no filme) sobre a epopeia dos portugueses para Oriente, a sua chegada ao Japão, e como fundadores da feitoria de Nagasaki.


O encontro com Naoko dá-se em cima do mapa do mundo no mosaico do chão do Padrão dos Descobrimentos, enquanto Kawamura aponta no mapa uma data marcante da relação dos portugueses com o Japão. Segue-se o ruído da baixa de Lisboa, a subida para o Castelo, ou Alfama.

Yoshida explora o passeio através de enquadramentos de rigorosa disposição formal, impondo simetrias e cruzamentos inesperados as suas personagens, sempre peças de um jogo compositivo. Segue-se a Praia do Guincho, na proximidade do referido Cabo da Roca, como o lugar mais ocidental do continente Europeu. Lisboa era esse símbolo, o mais antigo e primeiro do contacto com o Japão, e o mais distante na sua ocidentalidade extrema, em referência a essa Europa. Era o primeiro marco ou cais do périplo de uma busca a iniciar.


O filme acompanha o diálogo das personagens em Óbidos e Nazaré (no Sitio da Nazaré) completando-se ai a passagem do casal por Portugal. Seguiu-se Espanha, Paris, Mont-Saint-Michel, Estocolmo, Dinamarca, Amesterdão, de novo Paris e finalmente Roma.

Lisboa foi esse cais inicial, na geografia e na historia, simbolicamente referido na evocação de Nagasaki como cidade ausente, oferecida nas memorias perdidas ou recalcadas das duas personagens.

Texto: Tese de Fernando Rosa Dias: "Cidade Branca - Lisboa no ecrã"
Imagens: Lisboa no Cinema (Lisboacinema.blogspot.pt)

domingo, 15 de maio de 2016

Filmes sobre a Segunda Guerra Mundial ambientados em Lisboa


Questionado sobre a possibilidade de realizar um filme em Lisboa, Woody Allen referiu em 2012 que “tinha que ser um filme romântico. Porque Lisboa é romance ou espiões. Quando pensamos em Lisboa pensamos logo em espiões. Lisboa era aquele lugar na Segunda Guerra Mundial, para onde os espiões iam.”

Para essa mitificação de Lisboa foi determinante o famoso filme “Casablanca” (1942) (…) Não é visível como cidade, mas coloca-se no mapa, em todos os sentidos, para o cinema internacional. É nestas passagens, entre amores transviados e fundos de contrabandos e espionagem, que momentos fugazes de salvação se sucediam. Lisboa era já o cais separado da Guerra que assolava a Europa, um cais virado para a travessia Atlântica.

"One Nigth in Lisbon" (1941)
 

O primeiro caso a apontar é "One Night in Lisbon" (1941) de Edward H.Griffith, numa altura em que os Estados Unidos ainda não tinham entrado na Guerra. Lisboa seria aqui um mero local de passagem para uma intriga de espionagem de fundo que serve de entrelaçamento narrativo a uma história amorosa.

Uma rua em Lisboa mais parecendo uma ladeira no Funchal
O filme não foi distribuído em Portugal porque ameaçava a neutralidade assumida, sobretudo o modo como apresenta os espiões alemães a influenciar a polícia portuguesa na chegada de estrangeiros e a organização no país das suas redes, dominando lugares e passagens sombrias.

"International Lady" ("Mulher Internacional") (1941) 


Espiões ingleses e americanos em luta contra as sabotagens dos nazis, num puro estilo de série B, cheio de lances de acção.

George Brent é o agente do FBI, Basil Rathbone, o da Scotland Yard. Ilona Massey  a tal "mulher internacional" no meio dos dois, com Lisboa por lugar de passagem.




"Lady from Lisbon" (1942)



Estreado em plena II Guerra Mundial, "The Lady from Lisbon" é um filme britânico que combina a comédia com acções de espionagem.

O filme descreve a história de uma mulher sul-americana que se oferece para fazer espionagem em Lisboa em troca da famosa pintura "Mona Lisa" que está em poder dos nazis. Mas de repente começam a aparecer muitas cópias da "Mona lisa".

No final, após um agente britânico descobrir a pintura original, a mulher decide aderir aos Aliados.


Cenas de Lisboa:



(Mais informações)

"Lady has plans" (1942)


Baseado numa história de Leo Birinski, “The Lady Has Plans” (com o título de “Num Corpo de Mulher” no Brasil) é uma comédia de espionagem norte-americana realizada por Sidney Lanfield e protagonizada por Ray Milland (que, mais tarde, realizaria “Lisbon”) e Paulette Goddard.

O filme foi estreado em 24 de Janeiro de 1942, decorrendo a acção em Lisboa na época palco de espiões e repórteres.


Kenneth Harper (Ray Milland) é correspondente de rádio em Lisboa durante a Segunda Guerra Mundial, tendo como assistente Sidney Royce (Paulette Godard). Quando os dois chegam a Lisboa, são perseguidos por bandidos e agentes do governo quando Sidney é confundida com a espia nazi Rita Lenox, que traz diversos planos secretos tatuados nas costas com tinta invisível.

“The Lady has Plans” foi um dos quatro filmes protagonizados pela dupla de actores no espaço de um ano. Os outros foram “Star Spangled Rhythm”, “Reap the Wild Wind” e “The Crystal Ball”.



"Journey for Margaret" ("Refugiados") (1942)


Realizado em 1942 por W. S. Van Dyke, logo a seguir à entrada dos EUA na 2ª Grande Guerra, baseia-se numa história verdadeira. O repórter de guerra, John Davis (Robert Young), e a sua esposa Nora (Laraine Day) ficam retidos em Londres durante os ataques nazis. Nora perde o bebé de que estava à espera e regressa aos EUA de avião via Lisboa, enquanto que John permanece em Londres, mas perde a paixão que caracterizava a sua escrita.

Num dos seus trabalhos ajuda o pequeno Peter (William Severn), que ficara orfão pelo após a sua família ser vítimada pelos bombardeamentos. John volta a encontrar Peter aquando da visita a um orfanato, dirigido por Trudy Strauss (Fay Bainter) onde encontra também a pequena Margaret (Margaret O'Brien então com 5 anos).


Quando decide voltar para os EUA, John pretende levá-los consigo e adoptá-los. Mas todos os aviões para Lisboa estão cheios com meses de antecedência, pelo que há um problema de peso, pois a única solução é levá-los em substituição da sua bagagem (até ao limite de 40 libras), o que significa que só poderá levar uma das crianças.

"Escape to danger" (1943)


Filme realizado por Lance Comfort protagonizado por Eric Portman  (como Anthony Lawrence), Ann Dvorak (Joan Grahame) e Karel Stepanek  (Franz Von Brinkmann).

Joan Grahame, uma professor Inglesa que vive numa Dinamarca dominada pelo regime nazi, colabora com a resistência dinamarquesa, contudo o chefe da Gestapo, Franz Von Brinkmann, , acredita que ela é leal aos ideais alemães.


Von Brinkmann decide enviar Joan para Inglaterra, mas primeiro envia-a para Lisboa, no entanto a sua história de ter estado presa num campo de concentração é recebida com desconfiança pelos representantes britânicos, que optam por a enviar para a América do Sul e não para Londres.
 
 "Storm over Lisbon” ("Tempestade em Lisboa") (1944)




Filme realizado por George Sherman para a Republic Pictures. Estreado em 16 de Outubro de 1944.

Deresco (Erich Von Stroheim) é proprietário de um casino em Lisboa. Apesar de Portugal ser um pais neutral, ele actua como espião free-lancer para quem lhe pagar o seu preço.

(Mais informações)

"The Conspirators" (1944)



Filme dirigido por Jean Negulesco, para a Warner Bros (na sequência do êxito de "Casablanca", com argumento de Vladimir Pozner e Leo Rosten, adaptado da obra "The Conspirators" de Frederic Prokosch. Estreado em 24 de Outubro de 1944.  

Vincent Van Der Lyn (interpretado por Paul Henreid), um holandês defensor da liberdade durante a 2ª Grande Guerra, é forçado a ir para Lisboa, cidade neutral, para escapar aos Nazis. Em Lisboa [identificada no trailer como "Cidade dos ecos e das sombras"] encontra um pequeno grupo de "conspiradores".

O líder do grupo, Ricardo Quintanilla (Sydney Greenstreet), sabe que um dos seus colegas está aos serviços dos Nazis e quer que Van Der Lyn o ajude a identificar esse traidor.




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“The House on 92nd Street” ("A Casa da Rua 92") (1945)


Filme realizado por Henry Hathaway para a 20th Century-Fox sobre a espionagem internacional durante a Segunda Grande Guerra, com uma breve passagem por Lisboa.

A existência de uma cena em Lisboa, apesar de ser algo forçada na narrativa, é obrigatória, acompanhando o mito da cidade dos espiões que à época já existia.

Relojoaria Carvalho em "The House on 92nd Street"

"Lisbon story" (1946)


Filme musical dirigido por Paul Stein, para a British National Filme, que conta com a participação de Patricia Burke e David Farrar e do famoso cantor de ópera austríaco Richard Tauber (que interpreta “Pedro the Fisherman”).

Uma cantora de cabaret francesa (Patricia Burke) e um espião britânico (David Farrar) viajam para a Alemanha nazi para salvar um cientista francês.


A cantora, escapa dos nazis em Paris, mas acaba por ser executada pelos nazis durante a cena final em Portugal. O tema "Pedro, the fisherman" era interpretado no teatro pelos Vincent Tildsley Mastersingers (vestidos de forma colorida como marinheiros portugueses) e no cinema por Richard Tauber.

A canção relata como Pedro, o pescador, abandona a sua amada Nina para ir para o mar, mas acaba por regressar mesmo a tempo de impedir que ela se case com Miguel, o rico produtor de vinho.



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"Gli Uomini sono Nemici" ou "Carrefour de Passions" (“Lisboa, encruzilhada de paixões”) (1947)


Filme de Henry Calef e Ettore Gianninni que apresenta Lisboa como cidade neutra. No início da Segunda Grande Guerra, Irène Dumesnil (Viviane Romance) junta-se à Gestapo no desejo de se vingar de Mario de Falla (Clément Duhour), um cantor de cabaré, que pertence à resistência e foi o responsável pela morte do seu amante.

Mais tarde, em 1943, Irène reencontra Mario em Lisboa e obtém dele informações importantes que transmite aos alemães. Mas ela é vítima do seu próprio jogo e acaba por se apaixonar por Mario. Tenta escapar à influência dos seus chefes, mas eles denunciam-na. Mario está disposto a fugir com ela, mas um súbito tiro de pistola irá impedir que ele concretize a sua missão.


"The Secret Door" (1964)


 

Baseado no conto “Paper Door” de Stephen Longstreet, “Secret Door” (também conhecido como “Now it can be told”) foi realizado por Gilbert L. Kay, tendo como protagonistas Robert Hutton, Sandra Dorne, Peter Illing e Peter Allenby. Alguns dos actores poderão ter ligação Portugal, Moises Batista, Carlos Rodriguez e Antonio Faria.

O filme relata a história de dois assaltantes, Joe Adams e Edward Brentano, que são obrigados a colaborar com os Serviços Secretos dos Aliados após o ataque a Pearl Harbour. A sua missão é entrar na Embaixada do Japão em Lisboa para fotografar documentos do inimigos que valem 1 milhão de dólares.

 "36 Hours" ("Ultimas 36 horas") (1965)


"36 Hours" é um filme norte-americano realizado por George Seaton, com argumento adaptado de conto "Beware of the Dog" de Roald Dahl, que foi parcialmente rodado em Lisboa.

O major Pike (James Garner) é enviado para Lisboa para se encontrar com um espião alemão e descobrir o que ele sabe sobre o Dia D, alguns dias antes do previsto para o desembarque. O major conhece todos os detalhes da operação e quer conferir se os alemães sabem de alguma coisa.


Mas Pike é raptado e enviado drogado à Alemanha, onde os nazis montam uma sofisticada base, simulada como um hospital norte-americano. Ao acordar, com os cabelos pintados de grisalho, os nazis convencem Pike de que ele está em 1950, e que não se lembra dos últimos seis anos por estar a sofrer de amnésia ...

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"I deal in danger" ("O Décimo oitavo espião") (1966)


Realizado por Walter Grauman, tendo como protagonistas Robert Goulet (como David), Christine Carere (como Suzanne Duchard), Donald Harron (Guy Spauling), Horst Frank (Luber) e Werner Peters (Elm).

Durante a Segunda Guerra Mundial, o americano David March é o único agente que resta de uma rede de espiões dos Aliados conhecida como Blue Light.

David disfarça-se de simpatizante do nazismo, mas o capitão Elm, da Gestapo, suspeita das suas verdadeiras intenções e tenta prendê-lo ao levá-lo para Lisboa para se encontrar com Guy Spauling, um espião britânico que se faz passar por um cientista que pretende desertar para a Alemanha.

Fontes: Metakinema (Dr. João de Mascarenhas Mateus) / Captomente / Cinemateca / All Movie Guide / Moviedistrict