Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

sábado, 15 de outubro de 2016

Férias em Portugal, com argumento de Janete Clair, em “Férias Sem Volta” (1977 e 1993)


Caso Especial foi uma série de telefilmes produzidos e exibidos pela Rede Globo entre 10 de setembro de 1971 e 5 de dezembro de 1995, com dia, horário e periodicidade de exibição variados, tendo totalizado 172 episódios.

Em 2 de dezembro de 1977 foi exibido, com grande repercussão, um “Caso Especial” de autoria de Janete Clair. Dirigido por Antônio Abujamra, um dos principais encenadores do teatro brasileiro, o Caso Especial de Janete reunia no elenco Renata Sorrah, o actor português Tôni Côrrea e Thereza Amayo, que fazia o papel de amiga e prima da protagonista. Idealizada pela escritora quando passou férias em Portugal, a acção do telefilme decorria em Lisboa, Sintra, Cascais e Estoril.

Nos anos 90, a história foi refeita e reapresentada com Carolina Ferraz no papel que foi de Renata Sorrah.


Sinopse

Um rapaz do interior do Brasil (Carlos Gregório), às vésperas do casamento, põe o carro na frente dos bois e tenta "se aproveitar" da noiva: bela, jovem e virgem (Renata Sorrah). Traumatizada, a moça dispensa o apressadinho e decide visitar Portugal com a mãe. A jovem reencontra a razão de viver durante a viagem: apaixona-se por um "gajo" da terra (Toni Corrêa).



"Remake"

Para homenagear o décimo aniversário da morte de Janete Clair, nada melhor que uma história romântica, gravada nos cenários mais sugestivos de Lisboa; o caso especial "Férias sem volta'', que foi exibida pela Rede Globo em 1993, com argumento de Janete Clair  e adaptação de Leonor Bassères.

Entre a Torre de Belém, o Castelo de São Jorge, a Alfama, Sintra e Cascais, a triste Hortênsia se recupera do trauma provocado pela morte do noivo em um acidente e é galanteada pelo guia turístico Salvador.

Dirigidas por Roberto Talma, as cenas em Portugal foram gravadas em quatro dias e trouxeram a Portugal Carolina Ferraz e Eva Wilma, que interpretam Hortênsia e Laura, mãe da protagonista.

O papel de Salvador (o guia  português) ficou com o actor português Diogo Infante, então com 26 anos. "Férias sem volta", que tem também as participações de Carlos Zara, como pai de Hortênsia, Cássio Gabus Mendes (o noivo que morre) e o actor português Marco António Del Carlo.

 Fontes: Mauro Ferreira ("Nossa Senhora das Oito") / Wikipedia / Sandra Cohen

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Episódio da série alemã “Glückliche Reise” rodado em Portugal (1993)


“Glückliche Reise” (“Férias Felizes”) foi uma série do canal alemão Pro7 exibida, em 27 episódios, repartidos por 3 épocas, entre 1992 e 1993, que relatava as atribulações pessoais e profissionais da tripulação de um avião de turismo internacional e dos seus passageiros nas mais de duas dezenas de destinos turísticos escolhidos pelos produtores.

A série lidava com eventos emocionantes nos diferentes destinos, principalmente dramas, ciúme e relacionamentos românticos, bem como o tempo para explorar cada país.


O Capitão Viktor Nemetz (Juraj Kukura) e a sua tripulação aproveitam para conhecer os mais belos lugares do mundo, mas também ajudar os passageiros a resolver os seus problemas .

No 14º episódio da 3ª época, que foi transmitido no dia 23 de dezembro de 1993, a acção decorre em Portugal (1º sub-episódio "Capitão Viktor salva-vidas" rodado em Portimão; 2º sub-episódio "Lisboa ver e morrer"; 3º sub-episódio "Co-piloto Rolf casamenteiro" também rodado em Portimão, com a participação de Rogério Samora).


Babette (Katja Studt) está de partida para Portugal com os pais, Jens (Claus Wilcke) e Ruth (Christiane Krüger). Jens irá em trabalho e Ruth vai receber tratamentos de beleza, pelo que Babette se sente sozinha e negligenciada, e com ideias malucas.
 
Ao colocar os brincos de Sabine (Alexa Wiegandt) na bolsa da sua mãe, a dona de casa é acusada de roubo. Como Babette finalmente recebe notícias da prisão domiciliar de seu pai, ela foge deixando para trás uma carta na qual ele indica que tinha a intenção de se suicidar. A busca desesperada começa ...

Andreas a ler o "Diário de Notícias" junto à estátua de Pessoa
Em Lisboa encontram-se os amantes Silvia (Conny Cloger) e Andreas (Thomas Fritsch). Pouco tempo depois ela encontra-o com outra mulher.

Maria Seabra (Anaid Iplicjian) está à procura de um marido para sua filha Rosa Seabra (Jale Arikan). Mas nem ela nem Rolf (o co-piloto, interpretado por Volker Brandt) suspeitam que Rosa já tem um amante - e não fica satisfeito com o rival ...

Rosa Seabra e Otello (o actor português Rogério Samora)
Participam no episódio Isabel Navarro, no papel de uma portuguesa, Artur Martins Rodrigues (no papel de José) e Rogério Samora (no papel de Otello, um pescador).

A actriz espanhola Isabel Navarro faz de portuguesa
Fontes: pidax / fernsehserien / imdb / gettyimages  / tvforen



Sub-episódio rodado em Portimão:

Rodagem em Portimão 
Katja Bienert (no papel de fotomodelo) em Lisboa



Num episódio (sobre Maiorca) aparece a seguinte imagem com indicação de uma representação da SATA. 

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Portugal romântico com “Ein Sommer in Portugal” (“Um verão em Portugal”) (2013)


"Ein Sommer in Portugal" (Um Verão em Portugal”) é um telefilme realizado por Michael Keusch para a ZDF, no âmbito da série “Ein Sommer …” (que inclui igualmente “Ein Sommer in Kroatien”, “Ein Sommer in Paris”, “Ein Sommer in Amalfi”, entre outros).

Cerca de 6 milhões de telespectadores viram o telefilme protagonizado por Gesine Cukrowski (no papel de Liane) e pelo actor português Paulo Pires (João), contando igualmente com a participação de Patrícia André (Antilla) e Renato Godinho (Polícia de Moto).

Os locais são cuidadosamente seleccionados: Além de Lisboa vamos para Cascais e Sintra - inquestionavelmente pérolas turísticas de Portugal.

E a banda sonora inclui vários temas dos Deolinda e Ana Moura.


Sinopse

Liane, que passou grande parte da sua vida a cuidar dos filhos, viaja para Lisboa para se encontrar com o seu marido Ben (constantemente ausente por motivos de trabalho) para uma romântica semana, por ocasião do 20º aniversário do seu casamento. Mas ao chegar a Lisboa, Liane tem uma primeira surpresa pois a chegada de Ben fora adiada por atraso do seu projecto em Marrocos, e quem a recebe é João, um amigo viúvo que faz de (improvisado) guia de turismo, permitindo que ela descubra as belezas de Portugal e se sinta atraída por João.

Tourada 

As touradas aparecem na película numa cena gravada na praça de touros do Campo Pequeno em que a protagonista Liana, acompanhada pelo marido Ben, fica chocada com a violência e a crueldade do espectáculo e decide abandonar o recinto.

Fontes: wikipedia / portugal forum / rowboat

Video: Youtube


Liana começa a ser conquistada pelo "estomâgo"

De scooter junto ao Aeroporto de Lisboa
 

João anda de scooter sem capacete, sendo mandado parar  pela polícia

Ligação de Antilla (Patrícia André) a Ben

O polícia português (Renato Godinho) fala em alemão com Liane.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Entre Lisboa e Nagasaki no filme "7 gatsu 24 ka dôri no Kurisumasu" ("Christmas na Av. 24 de julho") (2006)


"Christmas na Av. 24 de julho", um título insólito, pelo menos em português. Distinto do significado que tem para o mundo ocidental, o Natal para o povo japonês é apenas uma época romântica. E é nesse ambiente de busca por um relacionamento que a protagonista devaneia.

Baseado na novela homónima de Shuichi Yoshida, este filme decorre em duas cidades distantes entre si, mas que o autor considera serem muito semelhantes - Lisboa e Nagasaki.


A protagonista, uma rapariga que, por influência de um livro de "manga" que vai lendo, imagina estar em Lisboa durante algumas situações, justifica os devaneios da sua imaginação com as muitas e diferentes características que Lisboa e Nagasaki têm em comum - os eléctricos, as colinas, as vielas e, em particular, um candeeiro de iluminação pública que existe, de facto, no centro do Largo das Portas do Sol e que tem um "gémeo" em Nagasaki.

Ao longo do filme, diversos raccords entre aspectos das duas cidades assinalam a transição da protagonista entre o seu mundo real, Nagasaki, e o seu mundo fantasiado, Lisboa.

Rua Augusta

Vestígios do mundo real lastram o cenário da imaginação.


Rua das Açucenas à Ajuda.

O realizador explora inúmeros planos de eléctricos em diversos locais da cidade, pois eles são o meio de transporte da protagonista também em Nagasaki.



Praça de Luís de Camões numa perspectiva pouco acessível.


Praça da Figueira

Explorando a enorme diversidade de cenários disponíveis



Calçada de São Francisco.


Uma singular perspectiva da Rua da Voz do Operário à Graça.


A Rua da Bica Duarte Belo aparece diversas vezes no decurso do filme e sempre em planos distintos.



Deserto, o Largo das Portas do Sol com uma única "turista".


A igreja de São Vicente de Fora. 


Encontrada a sua paixão, no final do filme a protagonista consegue transportá-la até ao seu mundo imaginado, cada vez mais real.


Talvez por intenção, ou talvez não, a verdadeira Avenida 24 de Julho nunca aparece. Surge aqui junto ao Mosteiro dos Jerónimos.
 

Texto e imagens: Lisboa no cinema (adaptado) 

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Lisboa como lugar mítico no filme “Saraba natsu no hikari” ("Adeus ao verão da Luz") de Yoshishige Yoshida (1968)


Falsamente apresentado como um road-movie, o filme não segue, contudo, a deriva de uma viagem. O seu périplo salta entre lugares para estar neles, sem se preocupar em viajar entre eles. Embora próximo de “Viaggio in Italia” (1954) de Roberto Rossellini, no sentido em que a viagem acompanha o caso amoroso de um casal — neste caso num casal em inicio de relação; no filme italiano num casal em crise de uma antiga relação, substituindo-se assim os lugares de Itália de Rossellini por lugares da Europa (embora Roma seja a cidade final da viagem do filme de Yoshida).

O filme centra-se em Makoto Kawamura (Tadashi Yokouchi), professor universitário de arquitectura que viaja na Europa em busca do edifício que inspira uma Igreja que existia em Nagasaki, destruída pelas perseguições cristãs no Japão, e que descobrira num desenho que o acompanha; e Naoko Toba (Mariko Okada), uma japonesa casada com um francês e morada em Paris, que se dedica à importação de mobiliário e objectos de arte, e que teve familiares mortos em Nagasaki.


Esta cidade japonesa, simultaneamente referida e ausente, assume relevância simbólica no filme: primeiro como o primeiro lugar de fixação dos portugueses, com feitoria comercial, portanto da primeira chegada da cultura ocidental; depois como símbolo de destruição da bomba atómica no final da 2ª Guerra, portanto, um símbolo trágico dessa ligação do Ocidente com o Japão.

Nagasaki intersecta as respectivas ‘mnemose’ [memória] e ‘amnese’ das duas personagens, sendo o lugar ausente que anima o encontro amoroso em diferentes lugares da Europa: Kawamura veio para a Europa para recuperar uma memória das origens do contacto (a Igreja); Naoko para esquecer uma recente e trágica da morte da família com a bomba. Contudo, o amor deste encontro, marca o retorno dessa ligação às raízes que Naoko procurava esquecer.


Na primeira cena do filme observamos Kawamura a entrar na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos pelo portal Sul, passando depois ao Claustro, a que se segue a Torre dos Jerónimos.

A passagem por estes lugares históricos são acompanhados por reflexões da personagem em voz off (dominante no filme) sobre a epopeia dos portugueses para Oriente, a sua chegada ao Japão, e como fundadores da feitoria de Nagasaki.


O encontro com Naoko dá-se em cima do mapa do mundo no mosaico do chão do Padrão dos Descobrimentos, enquanto Kawamura aponta no mapa uma data marcante da relação dos portugueses com o Japão. Segue-se o ruído da baixa de Lisboa, a subida para o Castelo, ou Alfama.

Yoshida explora o passeio através de enquadramentos de rigorosa disposição formal, impondo simetrias e cruzamentos inesperados as suas personagens, sempre peças de um jogo compositivo. Segue-se a Praia do Guincho, na proximidade do referido Cabo da Roca, como o lugar mais ocidental do continente Europeu. Lisboa era esse símbolo, o mais antigo e primeiro do contacto com o Japão, e o mais distante na sua ocidentalidade extrema, em referência a essa Europa. Era o primeiro marco ou cais do périplo de uma busca a iniciar.


O filme acompanha o diálogo das personagens em Óbidos e Nazaré (no Sitio da Nazaré) completando-se ai a passagem do casal por Portugal. Seguiu-se Espanha, Paris, Mont-Saint-Michel, Estocolmo, Dinamarca, Amesterdão, de novo Paris e finalmente Roma.

Lisboa foi esse cais inicial, na geografia e na historia, simbolicamente referido na evocação de Nagasaki como cidade ausente, oferecida nas memorias perdidas ou recalcadas das duas personagens.

Texto: Tese de Fernando Rosa Dias: "Cidade Branca - Lisboa no ecrã"
Imagens: Lisboa no Cinema (Lisboacinema.blogspot.pt)

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Lisboa como destino e ponto de passagem em “Casablanca” (1942) e na sua sequela "As Time Goes By" (1998)


Durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade de Casablanca, localizada em Marrocos, então governado pelo governo francês de Vichy, era o penúltimo ponto na rota para a América. Os refugiados que ali residiam necessitavam de um visto (Letter of transit) para Portugal, e apenas em Lisboa embarcariam num navio para o Novo Mundo. Um dos locais de encontro (na ficção) era o bar Rick´s.

A posição de neutralidade de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial contribuiu para que Lisboa adquirisse uma aura de lugar privilegiado de intriga internacional e de diplomacia mundial. Uma fachada de normalidade formal fixada nas imagens da aceitação dos embaixadores especiais no Palácio da Ajuda em 1940, a chegada crescente de refugiados que procuravam desesperadamente encontrar uma passagem marítima para os Estados Unidos da América e Ibero-América foram factores decisivos para a consolidação desta nova opinião internacional que se construiu de Lisboa.


 Outro elemento importante foi também o estabelecimento de voos regulares entre Port Washington (Long Island) e Lisboa, assegurados por hidroaviões de passageiros (os clippers Boieng-314 da Pan American Airlines) a partir de Junho de 1939. Apesar de utilizados por uma minoria privilegiada de muito ricos, a modernidade, rapidez e sofisticação deste meio transporte ajudou a reforçar a imagem de uma certa modernidade e de cosmopolitismo da cidade.

Ponto nevrálgico de rotas marítimas e aéreas, Lisboa reforçou a sua posição no “mapa-mundo norte americano” a partir do momento em que na grande produção Casablanca (1942) de Michael Curtiz, a cidade constitui o destino onde muitos desejavam chegar desesperadamente.



Lisboa nunca é mais do que uma miragem longínqua, mas é sinónimo de liberdade, ainda que em trânsito para outro continente. Lisa (Ingrid Bergman) e Lazlo (Paul Henreid) partem para Lisboa, Rick (Humphrey Bogart) fica para trás. Podemos ver muitas vezes esta cena, ele nunca tomará aquele avião para Lisboa e no fundo sabemos que foi melhor assim.

Fontes: João Mascarenhas Mateus / Estrolabio / Filmes-segunda-guerra / AterrememPortugal / Captomente (imagens) / Filmes com Lisboa dentro (blog "Le cool Lisboa")

Yvonne é desprezada por Rick
Actores de "Casablanca" salvos por Aristides de Sousa Mendes

Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus,  emitiu vistos para muitos milhares de refugiados que fugiam da morte. Entre eles, o actor Marcel Dalio (que viria a interpretar o ‘croupier’ Emil de "Casablanca") e a sua jovem esposa Madeleine Lebeau (que teve o papel de Yvonne, a amante desprezada por Rick).

Chegados de comboio a um dos escassos países europeus sem ruído de bombas, Madeleine Lebeau e Marcel Dalio não ficaram na capital, rumando à Figueira da Foz, uma das estâncias balneares que então acolheram muitos estrangeiros.  E a 8 de agosto de 1940, estavam entre os 317 passageiros que embarcaram no ‘Quanza’, navio da Companhia Nacional de Navegação que costumava ligar Lisboa a Angola e Moçambique, fretado de propósito para a sua primeira viagem à América do Norte.

Fonte/Mais informações: De Lisboa à América (Correio da Manhã)

Marcel Dalio como o croupier Emil
A continuação de "Casablanca" em "As Time Goes By" ("Adeus Casablanca") de Michael Walsh (1998)

Michael Walsh foi desafiado por Maureen Egen, então presidente da Warner boobks,  a escrever um romance que continuasse o enredo de "Casablanca".


Rick e Renaud não chegam a ir para Brazaville, optando por seguir para Lisboa: "acontecesse o que acontecesse seguiriam Victor Laszlo e Ilsa Lund até Lisboa".

Em Lisboa, o casal de refugiados, Victor e Ilsa, demora-se apenas um dia e uma noite: "O avião aterrou em Lisboa sem incidentes. Victor e Ilsa passaram facilmente pelas formalidades da alfândega. Ocuparam os quartos do Hotel Aviz sem que lhes fizessem perguntas. Nessa noite, dormiram juntos, sem paixão."


Mas é em Lisboa que tomam conhecimento do bombardeamento de Pearl Harbour e da entrada dos E.U.A. na Segunda Guerra Mundial, optando por ir para Londres, e não para a América como planearam, onde Victor irá dirigir a resistência checa.

Ilsa deixa uma mensagem a Rick dando conta do seu destino, e entrega-a ao senhor Medeiros, recepcionista do hotel. Rick recebe a mensagem e parte para Londres, sempre com o capitão Renaud e com Sam, o pianista.

Fontes/Mais informações: Wikipedia / Leonor Pinhão em Revista "Livros" (Semanário Independente) / New York Times / Blog Beco das Barrelas
 
Outras Curiosidades

"Casablanca" foi recriado na TV norte-americana numa curta série de 8 episódios.  No episódio-piloto, "Who holds tomorrow" (1955), e após a Sra. Johanssen (Anita Ekberg) pedir a Sam (Clarence Muse) para tocar uma música, Sam comenta com Rick (Charles McGraw):

"Lembra-te do verão que passámos em Portugal. O mesmo tipo de rapariga."

Fontes: Le blog du west / Extras do DVD "Casablanca"


Na sitcom norte-americana "Frasier" há uma referência ao filme quando Daphne, interpretada pela actriz inglesa Jane Leeves, refere: "Ela está a ir para Lisboa para combater os nazis".