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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

António Vilar (1912- 1995), um dos maiores galâs do cinema português e europeu


António Vilar (1912-1995), de seu nome António Justiniano dos Santos (a família de Vilar é originária da aldeia de Palhais na freguesia de Vilar, no concelho do Cadaval, daí a origem do pseudónimo) foi um dos actores mais famosos do seu tempo, trabalhando tanto no país como no estrangeiro (Espanha, França, Itália, Argentina).

Foi o rosto por excelência do cinema clássico, sobretudo, dos grandes espectáculos históricos e das co-produções luso-espanholas como "Inês de Castro" e "Rainha Santa".


Personificou Luís Vaz de Camões em "Camões" (1946), em Portugal, antes de assentar arraiais em Espanha, onde viveu até ao fim dos seus dias.

Entre 1946 e 1978, protagonizou perto de 40 filmes castelhanos, dos quais se destacam “La Mantilla de Beatriz” (“A Mantilha de Beatriz”, 1946), “Reina Santa” (“A Raínha Santa”, 1947), “Una Mujer Cualquiera” (1949), “Don Juan” (1950), “Alba de América” (1951), “El Redentor” (1957), “Muerte Al Amanecer” (1959), “Comando de Asessinos” (“Fim-de-Semana Com a Morte”, 1967) e “Disco Rojo” (“Sinal Vermelho”, 1973).



Interpretou papeis marcantes no cinema espanhol como Don Juan em “Don Juan” (1950) e Cristovão Colombo em “Alba de América” (1951). E regressou a Portugal para encabeçar o elenco de "O Primo Basílio" (1959) de António Lopes Ribeiro.

Mas uma das suas prestações mais elogiadas foi no filme " El Judas" (1952), em que interpreta três personagens: Mariano Tormé (o homem que apenas pensa no lucro), Judas e o próprio Jesus Cristo, sendo inclusive aclamado no Festival de Veneza.


Na Argentina torna-se também popular, interpretando três filmes: "La Quintrala" (1955), "Os Irmãos Corsos" (1955) e "Miercoles Santo" (1954). Fez provas para "El Juramento de Lagardère", mas acabou por não participar no filme devido a uma queda que deu dum cavalo, durante as filmagens de uma cena.

Trabalhou também em Itália, onde protagonizou “Guarany” (1948), “Santo Disonore” (“Honra e Sacrifício”, 1949) e “Il Padrone Delle Ferriere” (1959).


Em França filmou, com êxito, "Bel amour" e "Le désir et l'amour", ambos de 1951.

E contracenou com Brigitte Bardot em "A Mulher e o Fantoche" (“La Femme et le Pantin”, 1959), interpretando o rico e orgulhoso Matteo Diaz .


O seu último filme foi “Estimado Señor Juez” (1978). Nos anos seguintes, perseguiu o sonho de produzir, realizar e protagonizar um épico sobre Fernão de Magalhães, tendo gasto a sua fortuna pessoal na pré-produção do filme, após as recusas de subsídios governamentais por parte de Portugal e de Espanha. Para esse efeito, conseguiu construir uma réplica duma nau da frota de Magalhães, que foi oferecida à Comissão Nacional dos Descobrimentos Portugueses.


Enciclopédia Espasa (texto: Emissora Nacional)

A Espanha acaba de consagrar um actor português de cinema, António Vilar. Com efeito, a mais recente edição abreviada da “Enciclipédia Espasa” inclui uma biografia de António Vilar, único artista cinematográfico peninsular vivo que figura naquela Enciclopédia, salientando-se as suas criações de Camões, D. Dinis, D. Pedro e Cristovão Colombo, do protagonista de “Embaixador do Inferno” e de “Judas”. É, de resto, lisonjeiro para Portugal que entre as criações do actor se façam figurar três filmes portugueses: “Camões”, “Inês de Castro” e “Rainha Santa”.


Galã

Foi primeira figura de cartaz em Portugal e no estrangeiro, onde contracenou com Brigitte Bardot, Virna Lisi, Ana Karina, Maria Félix, Odile Versóis, etc. Foi um dos mais disputados galãs do cinema europeu, sobretudo na década de 50.



Principais Prémios e Homenagens

  • Prémio para melhor actor pelo Sindicato Nacional da Informação / SNI
  • Cinco medalhas do Círculo de Escritores Cinematográficos de Espanha
  • Sete prémios em Espanha por votação popular
  • Prémio do Sindicato dos actores do México, Argentina e Cuba
  • Condor de Oro - melhor actor na América do Sul
  • Foi considerado pela revista norte-americana Fame como um dos melhores actores do mundo.
  • Foi aplaudido no Festival de Veneza em 1949.
  • Prémio Quijote de Oro no Festival de Málaga.
  • Em 1957 recebeu a placa São João Bosco como melhor actor.
  • Oficial das Ordens de Santiago e Espada e Militar de Cristo (Portugal) e da Ordem de Isabel a Católica (Espanha)
  • Comenda da Legião de Mérito (Brasil)

Fontes: Infopédia / Junta de Freguesia de Vilar (pág. 18) /  Blogue Pessoal de Paulo Borges / Museu RTP / Revista Plateia (José Cabral Rodrigues / Nimas - O cinema em papel) / O grande livro dos Portugueses (Círculo dos Leitores) / Lisboa anos 60 - Lx60 (de Joana Stichini Vilena e Nick Mrozowski, pág. 18) / Citizengrave / Benito Movie Posters







terça-feira, 4 de maio de 2010

"Adelante Portugal" de Carlos Puebla (1976)

Carlos Puebla foi um cantor cubano, autor do célebre "Hasta Siempre, Comandante".

Em 1978, publicou o LP "Adelante Portugal" – uma homenagem aos portugueses e à Revolução de Abril. "Daqui de Cuba, dizemos Adelante Portugal!".


Álbum "Adelante Portugal"

Gravado em Portugal nos Estúdios da Rádio Triunfo, no dia 28 de Fevereiro de 1976, foi editado pela etiqueta Toma Lá Disco. Colaboração de Fernando Tordo, Luiz Villas-Boas e Paulo de Carvalho.

10 temas: "Adelante Portugal" / "La Gran Carrera" / "Oea" / "Autos de Uso" / "Guantanamera" / "Que Pare El Son" / "Nuestra Ayuda" / "De igual a igual" / "Pues que se muden" / "Muito Obrigado"

Fontes: Aventar / wikipedia

Video: Youtube

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Sean Paul, cantor de reggae

Sean Paul Henriques nasceu em Kingston, Jamaica, em Janeiro de 1975.

Seu avô paterno era um judeu sefardita português e sua avó paterna era afro-caribenha, existindo uma lenda sobre um naufrágio tumultuoso ("shipwreck of horse-rustling ancestors during a daring escape from bounty hunters").

A família de Sean Paul tem uma longa tradição em desportos aquáticos e o seu pai foi inclusive membro da primeira equipa de Polo Aquático da Jamaica. Mais tarde, o próprio Sean foi um importante jogador de polo, tendo abandonado a carreira desportiva para se dedicar à música.

A partir de 1996 começou a lançar singles na Jamaica, que cedo ganharam popularidade. Em 1999 o seu sucesso expandiu-se para a América.

Sean Paul lançou o seu primeiro álbum no ano 2000, "Stage One", que incluía muitos dos seus anteriores singles de sucesso.

Dois anos mais tarde, Sean Paul lançou o seu segundo álbum, "Dutty Rock" que, graças ao sucesso do seu primeiro álbum e dos singles "Gimme the Light" e "Get Busy", rapidamente se tornou um sucesso de vendas.

Na mesma altura, Sean Paul teve algumas participações em músicas de outros artistas, como a sua participação em "Baby Boy", de Beyoncé e em "Breathe", de Blu Cantrell, que o consolidaram como um dos importantes cantores de reggae e dance-hall do início do século XXI.

Fonte: wikipedia

segunda-feira, 6 de julho de 2009

"Judeus portugueses na Jamaica" de Mordechai Arbell

"Havia judeus na Jamaica muito antes que os ingleses ocupassem a ilha em 1655. As ilhas eram então conhecidas como 'Portugals'"

Este é o primeiro registo escrito sobre a população judaica da Jamaica e do seu papel na vida económica e cultural do país.

Mordechai Arbell, antigo embaixador de Israel, começa por abordar a história dos primeiros colonos que chegaram no século XVI e como as suas interligações familiares lhes permitiram desempenhar um papel fundamental no comércio internacional.

Google.books

sábado, 10 de novembro de 2007

Amália através do Mundo


Amália actua pela primeira vez no estrangeiro, a 07 de Fevereiro de 1943 em Madrid, a convite do embaixador Pedro Teotónio Pereira.

Em Setembro de 1944, Amália viajou para o Brasil acompanhada pelo maestro Fernando de Freitas para actuar no mais famoso casino da América do Sul: o Casino Copacabana.


Em 1946 regressa a Lisboa depois de ter permanecido onze meses com uma companhia de revistas no Rio de Janeiro, onde grava também os seus primeiros discos, oito 78 RPM com um total de 16 gravações, para a editora brasileira Continental.

Em Abril de 1949 cantou pela primeira vez em Paris, no Chez Carrère e em Londres no Ritz, em festas do departamento de Turismo organizadas por António Ferro.


Décadas de 50-60

Um marco decisivo na internacionalização de Amália é a sua participação, em 1950, nos espectáculos do Plano Marshall, que contribuiu para o sucesso internacional de "Coimbra" (igualmente conhecido como "Avril au Portugal", "April in Portugal", "The Whisp'ring Serenade" ou "Abril en Portugal").

Em 1952 Amália actua pela primeira vez em Nova Iorque, no "La Vie en Rose", onde ficará 14 semanas em cartaz.

Actua pela primeira vez na Cidade do México em 1953.



E torna-se na primeira artista portuguesa a actuar na televisão americana no famoso programa "Coke Time with Eddie Fisher", onde interpreta "Coimbra" ("April in Portugal"), que se tornara um enorme sucesso nos Estados Unidos.






É editado nessa altura o seu primeiro álbum, “Amália Rodrigues Sings Fado From Portugal and Flamenco from Spain”, que não foi editado em Portugal mas teve edições em Inglaterra e França, e inclui “Coimbra”.


Por exigência do mercado americano, Amália gravou alguns flamencos e a propósito conta-se que Orson Welles perguntou um dia, em Madrid qual era a maior cantora de flamenco e os madrilenos responderam que era portuguesa, vivia em Lisboa e chamava-se Amália.

Estreia-se no Mocambo, em HolIywood, em 1954.


Amália é convidada para um pequeno papel no filme de Henri Verneuil “Os Amantes do Tejo", produção francesa parcialmente rodada em Portugal, em 1954, com Daniel Gélin e Trevor Howard. No filme Amália interpreta "Solidão" (“Canção do Mar”) e "Barco Negro".


“Os Amantes do Tejo” não foi um filme de grande sucesso, mas correu em todo o mundo e toda a gente pode ver Amália. Havia quem dissesse e escrevesse que valia a pena ver o filme para ouvir Amália a cantar “Barco Negro”.

O filme deu-lhe o pontapé de saída para a França e a França deu-lhe o pontapé de saída para o mundo. Antes tinha havido a América [Brasil, México, EUA], mas o que lá se passa não se sabe na Europa."



Participa em “April in Portugal”, com realização de Evan Loyd, filme inteiramente dedicado a Portugal e ás suas belezas naturais, em Technicolor e Cinemascope.

Estreado em Londres em 1955, este filme, em que Amália interpreta “Coimbra” e “Canção do Mar” foi premiado nos festivais de Berlin e Mar del Plata.


Amália interpreta "Lisboa Antiga" no documentário mexicano “Músicas de Sempre”, de Tito Davidson. E, posteriormente, canta "Uma Casa Portuguesa" no documentário "Las Canciones Unidas" do mesmo autor (com imagens da actuação na TV Mexicana).


Parte para Paris porque tinham gostado de a ouvir cantar “Barco Negro”, mas era considerada uma cantora de fado, que é uma canção que viaja muito mal. Amália nem sabia como conseguira levar o fado pelo mundo fora, pois não era fácil ouvir durante duas horas fados pesadíssimos numa língua que não se entende:

“Em França, como em qualquer outro país estrangeiro, canto um fado ligeiro, depois um fado mais fado, depois uma música mais vida, tipo ‘Lisboa, não sejas Francesa’, depois outro fado sério, depois uma espanholada, depois outro triste. E então, quando já tenho o público na mão, posso cantar o que quiser, que ele já vem”.

Como quando apresento digo só o nome das canções, não digo se é espanhol, português ou italiano, para os franceses aquilo era tudo fados. E diziam que eu cantava dos fados mais tristes aos mais alegres, como ‘Tani’ ou ‘Trepa no Coqueiro’”.


Edita o seu primeiro LP em França, em 1955, através da Pathé-Marconi. Em Abril de 1956, Amália, actua pela primeira vez no Olympia de Paris, numa das festas de despedida de Josephine Baker.

Dias mais tarde, estreia-se no Olympia como “vedeta americana”, encerrando a primeira parte do espectáculo, pois não tinham confiança nela para ser vedeta principal.



O sucesso é tal que, terminadas as três semanas do contrato, Amália é convidada para o prolongar mais três semanas. No ano seguinte, estreia-se como primeira vedeta no Olympia de Paris.


Em menos de três anos, Amália atinge em França o máximo do prestígio e da popularidade, com a colaboração de Felix Marouani, um dos principais agentes artísticos do país.

Canta no Olympia, no Bombino, no ABC, na La Tête de l’Art, que era uma noite chíquissima na Villa d’Est. Fez tournées por praias, casinos teatrais e outros espaços culturais.


Amália assina contrato com a editora francesa Ducretet-Thomson, para a qual gravará material publicado em dois álbuns e cinco EP antes de regressar à Valentim de Carvalho.

Também os artistas a adoram, muitos escrevendo canções especialmente para ela, como foi o caso de Charles Aznavour que inspirando-se no "Ai, Mouraria" escreveu para Amália: "Aïe, Mourir Pour Toi".


Bruno Coquatrix, proprietário do Olympia, quis abrir uma casa de fados para Amália chamado “Maison du Fado”, junto à Torre Eiffel, mas não se chegou a concretizar. Só depois apareceu o “Fado” de Clara d’Ovar e outras casas. Ponderou ficar a viver em França, depois de ser homenageada com a Chave e a Medalha da Cidade de Paris, mas acabou por voltar a Portugal.

Em 1965, Amália atinge a sua melhor interpretação no cinema em "As Ilhas Encantadas" do estreante Carlos Vilardebó, baseado numa novela de Herman Melville. Neste filme, diferente de todos os outros da sua carreira, Amália pela primeira vez não canta.

E no ano seguinte interpreta "Le premier jour du monde" no filme francês "Via Macau" de Jean Leduc.


Actua em países como Roménia, Espanha, França, E.U.A. e Canadá.

Entre 6 e 26 de Maio de 1969, Amália Rodrigues realizou uma longa digressão pela União Soviética, tendo actuado em Leninegrado, Moscovo, Tblissi (Geórgia), Erevan (Arménia) e Baku (Azerbaijão).


Décadas de 70

Em Janeiro de 1970, Amália parte para Roma para actuar no Teatro Sistina em Roma. O sucesso foi tal que o fenómeno "Amália" se espalha por Itália. Começava então "La Folia per La Rodrigues".


É igualmente editado em 1970 o duplo álbum "Amália e Vinicius", gravado ao vivo em casa de Amália e composto por fados interpretados por Amália, à guitarra e à viola, e poemas declamados pelo poeta brasileiro da "Bossa Nova", Vinicius de Moraes e por José Carlos Ary dos Santos, David Mourão-Ferreira e Natália Correia.

O álbum “Com Que Voz” recebe o IX Prémio da Crítica Discográfica Italiana (1971), o Grande Prémio da Cidade de Paris e o Grande Prémio do Disco de Paris (1975).


Actua pela primeira vez no Japão, em Osaka. O seu concerto em Tóquio, a 2 de Setembro no Sankei Hall, será gravado para edição em disco (“Amália no Japão”, publicado em 1971).


Em 1971, participa na novela “Os Deuses estão mortos”, da TV Record, de Lauro César Muniz e Dionísio Azevedo, interpretando a artista portuguesa Eugênia Câmara, paixão do poeta brasileiro Castro Alves.


Amália grava, em 1972, nos estúdios Valentim de Carvalho, 12 fados com o saxofonista de jazz Don Byas, para um álbum que só será editado dois anos mais tarde.

Apresenta no Canecão o espectáculo "Um Amor de Amália", idealizado por Ivon Curi. É um sucesso enorme que Amália se verá obrigada a interromper devido a contratos previamente assumidos, mas que volta a repetir ao longo da década de 70.


Grava em italiano o álbum “A Una Terra Che Amo”. Participa em programas de algumas das mais importantes estações de televisão, como a alemã ARD e a italiana RAI.

Prossegue com as suas digressões internacionais, que incluem concertos por países como Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Itália, Suiça, Argentina, Brasil, Venezuela, Canadá, E.U.A, Zimbabwe, África do Sul, Egipto, Israel, Roménia ou U.R.S.S.

Recebe diversas condecorações, entre as quais a mais alta do governo libanês - A Ordem dos Cedros.


Décadas de 80-90

Canta em países como França, Itália, Suíça, Alemanha, Holanda, Luxemburgo, Bélgica, Reino Unido, Brasil, Argentina, Chile, Japão, Turquia ou Àfrica do Sul.

Em 1984 é editado “Amália na Broadway”, que reúne oito standards de musicais americanos gravados por Amália em 1965 nos estúdios de Paço d'Arcos com o maestro inglês Norrie Paramor, mas nunca antes editados em disco.

Grava, com acompanhamento de Jorge Fernando e Mário Pacheco, dois duetos com o cantor napolitano Roberto Murolo, para inclusão no álbum "Anima i Cuore" de 1994.


Mais de 600 discos

Heitor Vasconcelos é um dos principais coleccionadores de discos de vinil em Portugal. E da sua vasta colecção há um nome que se destaca e pelo qual tem uma maior admiração. Esse nome, claro, é o de Amália Rodrigues, de quem tem mais de 600 discos.

"Tenho discos prensados em Espanha, Itália, França, Holanda, Turquia, Israel, África do Sul, EUA, Japão, Canadá, México, Brasil, Chile, Venezuela. Tenho quase todos os discos de 78 rotações dela que foram editados, bem como os primeiros oito disco de 48 rotações editados no Brasil. Mas apesar de ter 600 peças, sei que existem 80 discos que não tenho, fora as coisas que ainda estão descobrir", disse ao DN.

Fontes/Mais informações: atelier.hannover  / Victor pavão dos Santos (“Amália, uma biografia”) / Amália no sapo / amalia.com / Eurico Mendes (Portuguese times) / The Art of Amalia (Bruno de Almeida) / webring (filmes) / Diário de Notícias / Dananos (discos) / Amália no mundo / José Milhazes (Da Rússia) / RTP

Ao Vivo no Japão ("Lavava no Rio Lavava")



Ao Vivo em Itália ("Coimbra")



Em dueto com Julio Iglésias na TV Francesa ("Un canto a Galicia", "Pêras")



México e Estados Únidos da America (inclui show de Eddie Fisher)




Olympia (Paris) - como tudo começou


TV Alemã ("Cravos de Papel"