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sexta-feira, 15 de junho de 2018
"Ontem, Hoje e Amanhã" no Festival World Popular Song Festival do Japão (1975)
José Cid inicia em 1971 a sua carreira a solo, tendo participado em Novembro desse ano, sem grande sucesso, no World Popular Song Festival de Tóquio, com "Ficou para Tia".
Em Novembro de 1975, volta a Tóquio, participando pela segunda vez (enquanto intérprete) no célebre festival (também conhecido como Yamaha Music Festival), com a versão original de "Ontem, Hoje e Amanhã" ("Yesterday, Today and Tomorrow").
Os outros concorrentes eram artistas muito importantes e extremamente prestigiados, como Elton John (lnglaterra), Simone (Brasil), Aguaviva (Espanha) ou Gilbert O”Sullivan (Irlanda).
O tema obtém um honroso 9.º lugar, entre os vinte e nove participantes, e ainda o reconhecimento com um dos prémios Outstanding Song Awards do Festival, enquanto "composição notável".
Apesar de José Cid ter escolhido a língua inglesa para se apresentar em solo nipónico, o single que saiu para o mercado em Março de 1976 acolheu no seu lado A a versão portuguesa de "Ontem, hoje e amanhã" (Decca SPN 199 G), com uma apelativa e sugestiva referência na capa "Canção Vencedora do Prémio Outstanding Composion no Festival de Tóquio de 1975".
O tema foi gravado pelo grupo brasileiro Dimensão 5, em 1979, com o título original "Yesterday Today Tomorrow".
Fontes/Mais informações: Blog josecidcamaleao / "José Cid - O lado B de um provocador" de Miguel Oliveira
Videos: registo audio do Festival
terça-feira, 15 de maio de 2018
A tentativa de internacionalização dos Green Windows e o sucesso de "Vinte anos"
No final do concerto um responsável pela editora Decca, Dick Rowe (*), abordou a banda tendo-os convidado a gravar algumas canções em inglês, seduzindo-os com a possibilidade de uma carreira internacional.
(*) que ficou injustamente famoso por ter chumbado a primeira maqueta apresentada pelos Beatles e que, pouco depois, assinou com os Rolling Stones
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| Disco promocional para o mercado britânico |
Piscando o olho à internacionalização, o Quarteto adopta o nome Green Windows. Era o Quarteto 1111 mas mais comercial e com as namoradas/mulheres dos músicos. Aliás na contracapa do single é referido que Green Windows é o nome inglês para o Quarteto 1111 associado a 4 vozes femininas.
Em Inglaterra, o grupo trabalhou com o conhecido Ivor Raymonde, sendo gravadas duas canções da autoria de José Cid e Tozé Brito ("Vinte anos" e "Uma nova maneira de encarar o mundo"), com os títulos de "Twenty Years" e "Story of a man", e que saíram para o mercado em formato single (com"Story of a Man", que é comercialmente bem menos apelativa que "Twenty Years", como lado A).
Apesar das grandes promessas de promoção e de algumas músicas gravadas em inglês, espanhol e francês, o certo é que o projecto Green Windows acabou por ser bem-sucedido apenas em Portugal, onde o primeiro single, "20 Anos", ultrapassou as 100 mil unidades vendidas.
O disco foi igualmente lançado noutros países como a Bélgica.
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| Edição belga |
"Vinte Anos" transformou-se, talvez, na canção mais emblemática de José Cid de toda a sua carreira.
A secção rítmica de "Vinte Anos" foi composta por uns músicos de um grupo de rock sinfónico, os Blue Mink, isto porque, à data da gravação, devido às leis inglesas e à auto protecção dos músicos ingleses, os músicos estrangeiros não podiam tocar nos próprio discos se o mesmo fosse gravado em Inglaterra, mas apenas cantar... Pelo que foram músicos de estúdio ingleses que acabariam por gravar a parte rítmica de um dos temas mais conhecidos da música portuguesa.
Depois do extraordinário sucesso da versão portuguesa de "Vinte Anos" e do fracasso evidente da versão inglesa desse mesmo tema, a Editora voltou a tentar uma nova projecção internacional da banda, desta vez na vizinha Espanha, porta de saída para todos os demais países de expressão latina.
Assim, em 1974 José Cid gravou, juntamente com os Green Windows, para a Decca, a versão cantada em castelhano de "Vinte Anos", com o nome " Vivamos nuestro amor (Vinte anos)", com letra de Alfonso Alpin, num registo candidamente cantado e orquestralmente não muito diferente das primitivas versões embora com algumas nuances.
Contrariamente às versões inglesa e portuguesa, a capa do disco é radicalmente diferente, nela constando a foto em corpo completo dos elementos dos Green Windows. Também diferente das versões anteriores, é a escolha para lado B do single do tema "Imagens", em detrimento de "Uma nova maneira de encarar o mundo", por se tratar de uma tema comercialmente mais apelativo e por ter sido também canção concorrente ao Festival da Canção de 1974, classificada em terceiro lugar.
Na sequência da gravação em castelhano deste tema, José Cid recebeu um convite para se tornar compositor exclusivo de Julio Iglesias, mas recusou liminarmente. O convite surgiu porque José Cid estava a gravar, em Espanha, na mesma empresa discográfica de Iglesias, que era a Colurnbia, e tinha vindo de Londres com versões cantadas em castelhano - mas gravadas com os arranjos e orquestrações de Inglaterra - de "20 Anos" e de outras grandes músicas. Na altura, essas versões eram muito à frente e impressionaram Julio Iglesias.
"Vinte anos" chegou a ter algum sucesso no Brasil (35º do top de vendas apresentado pela NOPEM em 04-07-1974, beneficiando da existência de várias versões por cantores brasileiros) e em outros países da América do Sul, como o Perú.
O cantor Bert Van der Bourg gravou, em 1973, a versão em alemão de "Vinte anos" com o título de "Lass Uns In Liebe Leben" (com letra de Lambert Fleming) que foi lado B do seu single "das Tal der 1000 Blumen".
Mas o maior destaque foi no Brasil, onde o tema foi gravado em 1974 por cantores como Alberto Luíz e Júlio César e pela dupla misteriosa Ringo Black & Kid Holiday (formada por Tony Damito e Carlos Cezar, que depois integrou a dupla sertaneja "Carlos Cezar & Cristiano").
A letra das diversas versões era ligeiramente diferente do original.
A versão de Alberto Luiz chegou a ser a 9ª canção com mais airplay radiofónico no Brasil em 16-07-1974. E a versão de Júlio Cesar alcançou a 5ª posição em 04-09-1974.
E em 1988, a dupla sertaneja Raul & Ramalho gravou "Primeiro Amor (Vinte Anos)" no seu álbum "Por Gostar de Você".
Existem igualmente versões em castelhano pelo cantor brasileiro Claudio Faissal e pelo espanhol Tony Cruz (incluído no álbum "Niña Manañera" de 1975).
Fontes/Mais informações: Blog josecidcamaleao (1) (2) / "José Cid - O lado B de um provocador" de Miguel Oliveira / guedelhudos (com colaboração de Pedro Brandão) / Canal do youtube "Para sempre sertanejo"
Videos: Bert Van Der Bourg (1973) / Alberto Luíz (1974) / Júlio César (1974) / Ringo Black & Kid Holiday (1974) / Tony Cruz (1975) / Raul & Ramalho (1988) / Green Windows (Inglês) (Espanhol)
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quinta-feira, 15 de março de 2018
Portugal no Festival da OTI (1972-2000)
No dia 25 de novembro de 1972 realizava-se, em Madrid, a 1.ª edição do Festival OTI, Grande Prémio da Canção Iberoamericana promovido pela "Organização da Televisão Ibero-Americana" (OTI). Um festival inspirado na Eurovisão que reunia países que falam castelhano e português.
De entre os artistas que representaram Portugal contam-se diversos representantes de Portugal na Eurovisão como Simone de Oliveira, Tonicha, Paulo de Carvalho, José Cid, Adelaide Ferreira, Dora, Dulce Pontes e Anabela. Lena d’Água foi a última representante portuguesa no ano 2000.
Portugal concorreu ao Festival de la OTI desde a primeira edição, tendo alcançado o 6º lugar com Tonicha que interpretou a canção "Glória, Glória Aleluia", da autoria de José Cid.
"Glória, Glória Alelulia" não foi um dos maiores sucessos de Tonicha, mas foi regravada no ano seguinte pelo cantor inglês Vince Hill sob o título "Glory Hallelujah". E em Portugal foi gravada por Simone e José Cid.
Participante em 22 edições, Portugal conquistou 4 posições no pódio do concurso: Uma vez em 2.º lugar e três vezes em 3.º lugar.
A melhor posição de Portugal foi a conquista de um 2.º lugar em 1984, na Cidade do México, com o tema “Vem no meu sonho” interpretado por Adelaide Ferreira que viria a ganhar no ano seguinte o Festival da Canção e representar Portugal na Eurovisão.
Os terceiros lugares foram conquistados por José Cid, com o tema "Na cabana junto a praia" em 1979, Anabela em 1993 com "Onde estás?" e Beto com o tema "Quem espera desespera" em 1998.
Apesar de nunca termos obtido o 1º lugar, coube a Portugal a organização do festival de 1987, sendo o espectáculo realizado no Teatro São Luís, em Lisboa, com a apresentação de Ana Zannati e Eládio Clímaco, sendo a nossa representante Teresa Mayuco.
Fontes/Mais informações: ESC Portugal / Esc Portugal - 40 anos do Festival / Youtube / wikipedia (1) (2) / discogs / Museu RTP
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
53 anos de Portugal no Festival da Eurovisão (1964-2016)
Antes de vencermos o Eurovision Song Contest de 2017 em Kiev, Ucrânia, com "Amar pelos Dois" interpretado por Salvador Sobral, Portugal já tinha uma longa história no Festival Eurovisão da Canção, mas nunca tinha sido particularmente bem sucedido com as 45 músicas que foram apresentadas ao longo de todos estes anos, tendo até então apenas 9 das canções ficado no top 10, enquanto que as outras 36 canções ficaram quase sempre muito mal representadas, por vezes, até em último lugar. Além disso, Portugal nunca havia conseguido superar o 6.º lugar de 1996, com a música "O meu coração não tem cor", de Lúcia Moniz.
A saga principiou em 1964 e contou com uma quantidade generosa de embaraços (zero pontos por duas vezes, último lugar em três ocasiões, oito anos sem passar das meias-finais), algumas flagrantes injustiças (como é que "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, ficou em último lugar na edição de 1974?), mas também alguns brilharetes.
A Revista Blitz efectuou uma selecção das nossas "melhores" canções eurovisivas (tendo por base a classificação final e o número de participantes):
1. Lúcia Moniz, "O Meu Coração Não Tem Cor" (1996) - 6º lugar /23 participantes
2. Sara Tavares, "Chamar a Música" (1994) - 8º/25
3. Dulce Pontes, "Lusitana Paixão" (1991) - 8º/22
4. José Cid, "Um Grande, Grande Amor" (1980) - 7º/19
5. Carlos Mendes, "A Festa da Vida" (1972) - 7º/18
6. Anabela, "A Cidade (Até Ser Dia)" (1993) - 10º/25
7. Manuela Bravo - Sobe, Sobe, Balão Sobe (1979) - 9º/19
8. Alma Lusa, "Se Eu Te Pudesse Abraçar" (1998) - 12º/25
9. Tonicha, "Menina do Alto da Serra" (1971) - 9º/18
10. Vânia Fernandes, "Senhora do Mar (Negras Águas)" (2008) - 13º/25
As canções portuguesas nunca tinham atingido o top 5, mas algumas delas tinham tido algum destaque a nível internacional, sobretudo porque era habitual nas décadas de 60, 70 e 80 a regravação das canções noutras línguas, quer pelos próprios cantores, quer por outros intérpretes.
"Sol de Inverno" de Simone de Oliveira (1965)
Francisco Petrônio foi o primeiro artista internacional a gravar uma versão de uma canção portuguesa participante no Festival da Eurovisão quando em 1965, ano em que actua no Casino Estoril, gravou uma versão de “Sol de Inverno”, com letra de Jerónimo de Sousa e música de Nóbrega e Sousa, que fora o tema vencedor do Grande Prémio TV da Canção Portuguesa na interpretação de Simone de Oliveira.
Nesse mesmo ano foi igualmente lançada uma versão instrumental por Roger Danneels And His Orchestra .
"Ele e Ela" de Madalena Iglésias (1966)
A canção "Ele e Ela" interpretada por Madalena Iglésias, com letra e música de Carlos Canelhas, foi regravada em castelhano pela jovem cantora Marichella, com o título de "El y Ella".
Marichella, de seu nome completo María del Carmen Torres Ballester, participou no Festival de Benidorm de 1966 e gravou dois EPs para a editora Marfer, ambos em 1966.
“El y Ella” foi incluído na colectânea "Marfer Parade nº 4" e no primeiro EP de Marichella, intitulado "Esta Es Marichela" que incluía igualmente versões de três canções italianas, com destaque para "Ninguno Me Puede Juzgar" (versão de "Nessuno Mi Può Giudicare", original da cantora italiana Caterina Caselli).
"Menina do Alto da Serra" de Tonicha (1971)
Com música de Nuno Nazareth Fernandes e letra de Ary dos Santos, ficou em 9.º lugar no Festival da Eurovisão, em Dublin, o melhor resultado obtido até essa altura pelo nosso País.
"Menina" foi gravado em holandês por Thérèse Steinmetz, com o título de "Aan De Hand Van Twee Gelieven" e em finlandês por Mimmi Mustakallio, mantendo o nome de "Menina".
A versão de Mimmi Mustakallio foi gravada em conjunto com a Olli Heikklän Orkesteri, tendo sido lançado como lado b da versão do tema "Borriquito", grande sucesso do cantor espanhol Peret.
"E Depois do Adeus" de Paulo de Carvalho (1974)
A canção, com letra de José Niza e música de José Calvário, ficou injustamente em último lugar, com apenas 3 pontos, ex aequo com as canções da Alemanha, Suíça e Noruega.
Foi a canção que serviu de primeira senha à revolução de 25 de Abril de 1974, o que contribuiu para que se tornasse uma das canções portuguesas mais icónicas, entre as que participaram no Festival da Eurovisão.
"E Depois do Adeus" foi incluída na banda sonora da novela brasileira "Meu Rico Português" lançada pela editora Continental, em duas versões, uma instrumental que serviu de tema de abertura e interpretada pela Orquestra de Luiz Arruda Paes, e outra cantada pelo português Sebastião Manuel (com o Grupo Verde Vinho).
Ester de Abreu, cantora portuguesa radicada no Brasil, Moacir Franco e Márcio José também regravaram o tema no Brasil
"Flor de Verde Pinho" de Carlos do Carmo (1976)
A cantora italiana Arianna Masini incluiu no seu álbum "Perche' io non potevo dimenticare le rose" de 2012 uma versão, em português com influência brasileira, da canção "Flor de Verde Pinho", da autoria de Manuel Alegre (letra) e José Niza (música).
"Dai li dou" dos Gemini (1978)
Com a moda das regravações das canções participantes no Festival da Eurovisão, o tema "Dai Li Dou", interpretado pelos Gemini, foi regravado na Suécia por Jojos e na Finlândia por Esa Katajavuori & The SoundTrack Band.
"Um grande, grande amor" de José Cid (1981)
A compilação "Eurovisio Special 80" incluía regravações, por cantores finlandeses, dos temas que participaram no Festival de Eurovisão de 1980, tendo "Grande Grande Amor" sido regravado pelo cantor Markku Aro (que participou no Festival da Eurovisão de 1971 ) com o título de "Suurin Rakkautein.
A canção composta e interpretada por José Cid teve igualmente direito a uma versão em sueco pelo grupo Vikingarna, liderado por Christer Sjögren. Segundo o site "escportugal, o tema "Adios Adjö" esteve no competitivo top dos singles mais vendidos na Suécia durante 10 semanas em 1980.
"Bem bom" das Doce (1982)
A canção defendida pelas Doce, com letra e música de Tó-Zé Brito (creditado no disco brasileiro como Zé Brito), António Pinho e Pedro Brito, foi regravada no ano seguinte pela girlsband brasileira Sabor De Mel sob o título "Momentos de Verão (Bem Bom)", com letra de Marisa Baldanza e Pisca (que participou no último disco de Elis Regina conjuntamente com Pedro Baldanza). A canção foi incluída num single editado pela Sugared do Rio de Janeiro.
"Esta balada que te dou" de Armando Gama (1983)
Foi regravada em sueco pelo cantor sueco Stefan Borsch, com o título "Det Här Är Balladen Till Dej" e em versão instrumental pelo alemão Klaus Wunderlich sob o título "Esta Balada que eu te dou" (ou "When The Love Has Gone").
Foi igualmente gravada pelo cantor Jugoslavo Ivo Pattiera com o título de "Poklanjam ti pjesmu (Esta balada que te dou)", com letra em Croata de Mišo Doležal.
"Silêncio e tanta gente" de Maria Guinot (1984)
Maria Guinot gravou versões em inglês, francês e alemão.
A cantora finlandesa Anneli Saaristo - que viria a participar no Festival de Eurovisão de 1989, gravou "Jos Joskus", uma versão em finlandês da canção de Maria Guinot, no seu álbum de 1984.
O tema foi igualmente regravado pelos holandeses Eddy Starr Orchestra em 1991.
"Lusitana Paixão" de Dulce Pontes (1992)
O cantor cipriota Alex Panayi em colaboração com o inglês Matheson Bayley incluíram no seu álbum "Native Hue" de 2014 (álbum com canções clássicas do Eurofestival reinterpretadas em diversos géneros e estilos) uma versão de "Lusitânia Paixão", da autoria de Fred Micaelo (letra), José da Ponte (letra e música) e Jorge Quintela (música)).
"Deixa-Me Sonhar (Só Mais Uma Vez)" de Rita Guerra (2003)
Matheson Bayley, que colaborou na versão de "Lusitânia Paixão" de Alex Panayi, regravou igualmente "Deixa-Me Sonhar", da autoria de Paulo Martins, em versão instrumental piano.
"Dança Comigo (Vem Ser Feliz)" de Sabrina (2007)
A jovem cantora sul-africana Leandie Lombard, publicou em 2008, então com 16 anos, o seu primeiro álbum "Wees Net…. (Don't be….)" que incluía oito versões de canções participantes na Eurovisão, com destaque para o tema "Mxit", versão em Afrikaans da canção composta por Tó Maria Vinhas e Emanuel.
Fontes/Mais informações:Blitz (adaptado) / Marichella (1)(2)(3)(4) / Escportugal (JC) / Escovers (JC) / (AG) / (Sabrina)
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