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quarta-feira, 15 de julho de 2015
Histórias madeirenses de Marina Oliver: “A Fatal Slip” (2011) e "Mischief in Madeira" (2014)
Marina Oliver é uma escritora inglesa, nascida em 1934, cuja obra literária se iniciou em 1974, tendo assinado igualmente com diversos pseudónimos como Sally James, Donna Hunt, Bridget Thorn, Vesta Hathaway, Livvy West e Laura Hart.
Marina divide o seu tempo entre Shropshire, na Inglaterra, e a Ilha da Madeira onde se radicou, tendo lançado livros cuja acção se localiza na Ilha da Madeira como "A Fatal Slip" e "Mischief in Madeira".
Em “A Fatal Slip” (de 2011), o primeiro livro da série de livros de mistério de Dodie Fanshaw, Dodie, uma antiga estrela de Hollywood, encontra-se na Madeira a apoiar a rodagem de um documentário sobre a sua vida e a relação com os seus vários maridos.
Dodie não está satisfeita com a atitude do seu filho Jake, que lhe pede constantemente dinheiro. Em vez de regressar a Inglaterra, Jake permanece na Madeira, gerando atritos com os amigos de Dodie, com um dos actores, com a família madeirense que gere o hotel onde ele está hospedado, e com uma mulher mais velha e rica com quem tem um caso.
A situação torna-se intolerável quando Jake, embriagado, na véspera de Ano Novo, entra, sem ser convidado, numa festa a decorrer num iate, disposto a assistir ao fogo de artifício anual na cidade do Funchal. Quando ocorre um acidente fatal, Dodie tem que descobrir se foi um crime ou um acidente.
Em "Mischief in Madeira" (de 2014), Catherine está de visita aos pais que vivem na Ilha da Madeira. Catherine está interessada em saber se haverá viabilidade em lançar na ilha o seu negócio de confecção de roupas de festa para as crianças.
Catherine e o seu ex-marido, a estrela de golfe Justin O'Brien, encontram Keith Livermore numa festa organizada pelos pais de Dominic Thorn. Dominic também foi um golfista profissional, mas agora dirige um negócio de venda de equipamentos de golfe através da Internet.
Quando Dominic rejeita uma proposta de Keith Livermore, que quer lançar lojas em Espanha e em Portugal, este tona-se agressivo. E Dominic pede a ajuda de vários amigos na Ilha da Madeira, entre os quais Catherine e o seu pai, Major, que tivera um caso com a mãe de Keith.
Fontes: Página Oficial / wikipedia
quinta-feira, 15 de março de 2012
Gerrit Komrij: de Trás-os-montes até Vila Pouca
Gerrit Komrij, escritor e poeta holandês, estava farto da vida literária e das suas obrigações e decidiu emigrar para um país longínquo. Isso foi em 1984 e o país mais longínquo que podia imaginar nessa altura foi Portugal. Com o seu companheiro, foram à procura de isolamento numa aldeia afastada de Trás-os-montes (Alvites). Foram cinco anos dramáticos (entre 1984 e 1988) e não tardou que entrassem em conflito com os poderes locais. Estes cinco anos resultaram no romance "Atrás dos Montes".
Agora vivem na Beira (Vila Pouca da Beira, Oliveira do Hospiyal), também num sítio isolado, mas um pouco mais perto da "civilização", isto é, mais perto de uma livraria, presença essencial a Gerrit Komrij, que colecciona livros desde os seus 15 anos. Diz que são mais humanos do que os seres humanos. E aqui começou devagar a sentir-se em casa, aprendeu a língua, teve, como diz, o privilégio de conhecer uma literatura.

"Atrás dos Montes" (1990)
“Atrás dos Montes” (“Over de Bergen”) é a história de um jovem em busca das suas raízes.
Pedro Sousa e Silva, farto da vida de “jet set” de Lisboa, chega à terra dos seus sonhos, na província mais distante e mais isolada do país, para se instalar no imponente solar abandonado que os seus antepassados habitaram outrora. (...)
A sua existência parece predestinada a uma vida serena de prazeres simples. Mas não tarda que por detrás da fachada exótica se descubra uma sociedade baseada na desconfiança e no terror. À volta da velha casa estala uma guerra sem tréguas. O isolamento transforma-se numa prisão. Confrontado com uma comunidade onde nada mudou após a queda do regime totalitário, Pedro é obrigado a ceder.

Até mais logo ... (uma estória interessante)
Em "Atrás dos Montes", Gerrit fala da exuberância da paisagem, da hospitalidade nacional, da qualidade de vida e de um episódio delicioso que revela porque se cansam tanto os portugueses com a verdade.
Komrij tinha acabado de se instalar na sua quinta, em Alvites, e resolveu descer à aldeia para conhecer os habitantes. A simpatia local esmagou-o, mas regressou a casa em pânico, dizendo ao seu companheiro: "Todos se despediram dizendo 'até mais logo', deve ser tradição da terra. No final da tarde aparecem-nos aí".
Prepararam então o jardim para receber a aldeia. Esperaram, esperaram, mas ninguém apareceu. Komrij levou algum tempo a descodificar este desligamento entre o que se diz e o que se faz - mas percebeu a simplicidade: é só uma forma educada de adiar um problema.

"Um almoço de negócios em Sintra" (1996), colectânea de crónicas sobre Portugal
Todas as semanas escreve uma crónica sobre a sua aldeia portuguesa para um jornal holandês - onde satiriza sobre tudo e todos.
"Um Almoço de Negócios em Sintra" é um retrato em corpo inteiro de Portugal e dos portugueses. Um retrato solícito e inteligente, que anda tão perto do enternecimento como da provocação. Os nossos defeitos, de tão próprios, acabam por parecer virtudes. E as nossas patentes qualidades têm, afinal, a mais peculiar das marcas.
"Um Almoço de Negócios em Sintra" é, assim, para os portugueses, um livro frontal, aqui e além incómodo, mas sempre revelador.

"Vila Pouca, Contos Portugueses" (2009)
De 1984 a 1988, Komrij viveu em Alvites, Trás-os-Montes, uma vivência que inspirou o seu primeiro romance Over de bergen (Atrás dos Montes, 1990). Desde 1988 vive em Vila Pouca da Beira, que retratou em "Vila Pouca, Portugese verhalen".

Libretto de "Melodias Estranhas" (2001)
A ópera "Melodias Estranhas" é uma co-produção bilingue luso-flamenga, com música de António Chagas Rosa e libreto do holandês Gerrit Komrij, para as duas Capitais Europeias da Cultura de 2001 (Roterdão e Porto).
A ópera é centrada nas personagens de Erasmo de Roterdão e Damião de Góis que, há 500 anos atrás, construíram uma amizade a partir da recusa mútua pelo fanatismo religioso.

"Nós por eles" (RTP 2)
“Está no meu carácter ver o lado ridículo das pessoas e escrever sátiras sobre eles, mas, claro, estou consciente do facto que estou a viver num país onde sou um hóspede e os portugueses são muitíssimo generosos em me acolher, portanto não posso ser demasiado crítico.”
“(…) numa outra língua, a dois mil quilómetros de distância, escrevo de uma maneira muito simpática sobre o que acontece nesta pequena aldeia por baixo da superfície.”
“Quando eu ficar absolutamente maluco, então, não sei onde me vão pôr (…) Mas enquanto tenho o destino em minhas próprias mãos vou ficar aqui. Sim, acho que vou morrer aqui. O cemitério é mesmo ao lado, portanto a viagem será curta.“
Fontes: Programa “Nós por eles” (RTP 2) / wikipedia / ritualmente / ilcml / dornes / Expresso
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
"A Fuga" de Heleen Van Royen (2005)

Heleen van Royen é uma das mais conhecidas e polémicas escritoras holandesas. Jornalista de formação académica, trabalhou para muitos jornais e revistas.
O seu primeiro romance "A dona de casa feliz" foi logo bestseller, e com o dinheiro desse livro comprou uma casa no Algarve, em Alcantarilha.

Veio viver para Portugal por razões práticas, porque é muito fácil voar entre a Holanda e Portugal e por causa do clima. E gosta das pessoas porque são muito simpáticas e calmas.
Durante um ano, manteve duas casas, uma na Holanda e outra no Algarve. E depois decidiu vender a casa na Holanda, para ficar a viver definitivamente em Portugal com o marido e os seus dois filhos.

“Fuga” (2005)
No seu livro “Fuga” ("De ontsnapping"), Júlia é casada com Paul e mãe de duas crianças, Isabel e Jimmy. Está a ficar farta do casamento, porque já não é o que sonhara.
A paixão já se fora há muito tempo e a vida sexual não funciona. Começa a sonhar em fugir, pois sente-se encurralada.
Abandona a Holanda e parte para Portugal onde aluga uma casa em Seis Marias, perto de Carvoeiro. Ela está só e quer arranjar amantes, mas tem 38 anos e, em Albufeira, encontra muitos jovens bêbedos que não estão interessados numa mulher da sua idade, pelo que acaba por arranjar problemas.

"Nós por eles" (RTP 2)
"Nós por eles" é um programa da RTP 2 que relata a visão de cinco escritores estrangeiros sobre Portugal: Robert Wilson, Richard Zimler, Romana Petri, Heleen van Royen e Gerrit Komrij.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
A Ilha da Madeira do Século XIX em "Sterne über Madeira" (2005)
Emma fora prometida em casamento a John (Lucas Gregorowicz), seu primo distante, pertencente a uma ilustre família de produtores de vinho na Ilha da Madeira.
A família vive sob o jugo do patriarca, Arnold Greifenberg (Michael Mendl), que exige uma subordinação absoluta por parte de todos os membros da família.
Katharina vai-se apaixonar por Benedict (Gregor Toerzs), outro dos membros da família Greifenberg, o que irá tornar a sua situação mais difícil ...

Sob direcção de Marco Serafini, a série da tv alemã ZDF foi filmada na Cidade do Cabo, onde se procurou reproduzir a Madeira de 1897.
Fontes: Wunschliste / IMDb
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A Calçada das Estrelas dos The Walkabouts (2000)
Entre Chris Eckman e Lisboa há uma história de amor à primeira vista. Feita de nomes de ruas e de pessoas, de expedições pelo interior do país e estadas de trabalho, residências mais ou menos prolongadas em busca de inspiração ou meras deambulações de visita a um ponto extremo daquela velha História e geografia europeias que nunca deixaram de fascinar os norte-americanos. (...)"Trail of Stars", o álbum dos Walkabouts [editado em 2000], fora quase todo escrito no apartamento da Calçada da Estrela, que lhe deu o nome e já trazia dispersos alguns sinais dessa permanência portuguesa.
Mas como, na altura da sua publicação, Chris Eckman fez questão de sublinhar, não faria grande sentido uma gravação do grupo de Seattle ser um repositório de memórias de viagem, um "travelogue tipo Chris goes to Lisbon". (...)
Fontes: João Lisboa em "Semanário "Expresso" (adaptado) / wikipedia

Versão de tema de José Mário Branco
Os Walkabouts gravaram uma versão do tema "Sopram Ventos Adversos" da autoria de José Mário Branco e Manuela de Freitas. O tema, incluído no álbum de versões "Train Leaves at Eight" (de 2000), foi interpretado em inglês por Carla Torgerson sob o título "Hard Winds Blowing".
Video: "Hard Winds Blowing"
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Um urso chamado Panda Bear

A história conta-se rápido. Veio em 2003 para um concerto com os Animal Collective – não os quatro elementos, apenas ele e Avery Tare – inserido na programação do Festival Número, apaixonou-se, mudou-se de Nova Iorque para Lisboa, casou, foi pai. Daí para cá, os Animal Collective passaram de respeitadíssima banda de culto a fenómeno imprescendível (…)
Entre Lisboa e Nova Iorque
Entre Lisboa e Nova Iorque anda Noah Lennox em concertos e gravações com os Animal Collective. No triângulo Bairro Alto, Rato e Baixa, eis onde podemos encontrar Panda Bear, de férias do ‘trabalho’. "Férias" ? Sim, mas não propriamente.
Há um pouco da "micro-Lisboa" dele (é assim que se refere à Lisboa que conhece) em "Person Pitch" o seu segundo álbum a solo.
"Não pensei que queria capturar neste disco aquilo que sentia pelo local, mas sou um grande crente na influência dos locais naquilo que faço" (…)
A música portuguesa que ele descobriu
Causou perplexidade descobrir, na rubrica "Gest-List" do site "Pitchfork", que Noah Lennox escolheu como "banda revelação" os 4Taste – esses mesmos, os de "Morangos com Açucar".
(…)
O Panda Bear melómano, esse recomenda as Doce – “vi-as num festival da canção, adorei-as e já consegui arranjar um 'best of'" – e os Heróis do Mar – "they’re sweet".
Conhece "muito bem" os Xutos e Pontapés (…) São 'dudes' a fazer canções rock". A maior descoberta, porém, foi António Variações – que até incluiu nos agradecimentos de "Person Pitch" (seu álbum a solo de 2007).
"Variações criava música popular, mas tornava-o algo novo (…)"
Fonte: Mário Lopes, Ipsilon – suplemento do Jornal “Público” (2007) (adaptado)
Foto: capa de "Live at Zdb" (2004)
Novo álbum
Todos os temas de «Tomboy» foram criados em Lisboa (...) "Fiquei inspirado pela cidade no momento em que aterrei pela primeira vez. Eu gosto do ritmo a que as coisas acontecem aqui", elogiou o músico.
Fonte: Musica.iol
Mais informações (1), 2nd, Fernanda Pereira
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
"Uma Casa em Portugal" de Richard Hewitt (1999)
Richard Hewitt cresceu na zona da baía de São Francisco e estudou em oito universidades diferentes, incluindo as Universidades de Beirute e de Viena e a Universidade da Califórnia, em Berkeley. Foi jogador profissional de golfe, bombeiro, arquitecto e tradutor de diversas línguas. Ele e a mulher, Barbara, uma conhecida pintora, dividem a sua vida entre Massachusetts e Sintra
"Uma Casa em Portugal" ("A Cottage in Portugal") foi publicado em 1999, tendo por base a sua vivência em terras lusas.
Sinopse
Para escapar ao inverno rigoroso da Nova Inglaterra, Richard e Barbara Hewitt decidem comprar uma casa com 300 anos situada numa aldeia minúscula nos arredores de Lisboa. Assim começam as aventuras - e as desventuras - do casal. Em breve descobrem que a sua pitoresca casa de sonho é não apenas estruturalmente frágil, como não possui nenhuma das condições básicas de conforto. Por outro lado, o contacto com a população local revela-se frequentemente desconcertante. António, o auto-proclamado mestre pedreiro e carpinteiro, mostra-se exímio na arte de arranjar desculpas para faltar ao trabalho, e Alberto, o electricista, desempenha as suas funções de uma forma extremamente 'sui generis', isto é, por tentativa e erro.
Servido por um humor irresistível e, afinal, por uma ternura muitas vezes tocante pelas coisas portuguesas, "Uma casa em Portugal" irá certamente deliciar o leitor.
As considerações de Richard Hewitt sobre a "lógica singular" do estilo de vida português surgem impregnadas dessa frescura que é apanágio dos observadores estrangeiros, capazes de se espantarem com um sem número de idiossincrasias e peculiaridades que nos passam despercebidas...
Fonte: Gradiva
Depois do sucesso de "Uma Casa em Portugal", Hewitt publicou "Regresso à Casa em Portugal"
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segunda-feira, 4 de agosto de 2008
"Último acto em Lisboa" de Robert Wilson (1999)
Robert Wilson é um escritor britânico de romances policiais actualmente a viver em Portugal.Wilson fez uma pesquisa bibliográfica e histórica excelente e misturou-a habilmente com a ficção contando uma história passada em Portugal mas que começa em 1940 simultaneamente na Alemanha e em Portugal. Além disso passou bastante tempo na Beira Baixa para pesquisar para o livro e a falar com pessoas que ainda estavam vivas e viveram os tempos do volfrâmio.
Wilson conhece muito bem os portugueses (vive no Alentejo), como se comportam e o seu temperamento e consegue descrever muito bem no livro, várias dessas idiossincrasias, quer em termos históricos, quer mais recentes.
Sob o ponto de vista de uma lição de história, mas não só, o livro é excelente, quer na construção do enredo e, quer nas personagens e nas descrições de paisagens e lugares.
A acção é construida baseado-se numa série de acontecimentos que se iniciam nos anos 40, por um grupo de personagens mas não todos derivados de uma linha familiar, como por exemplo, uma história onde se descreveria o que acontece a sucessivas gerações.
Antes, Wilson junta personagens diferentes, de nacionalidades diferentes, relaciona - as com o tempo histórico que se vivia – a 2ªguerra mundial - e tudo é descrito tendo em conta as interacções entre os personagens e como os actos de alguém há 50 anos virão a originar repercussões enormes nos anos 80 e 90.
É também a historia de como – indirectamente – o regime Salazarista se fortaleceu com a guerra (economicamente e politicamente) usando para isso a venda do volfrâmio, um metal muito duro e denso que era usado para fabricação de filamentos de lâmpadas eléctricas, e acima de tudo, de ligas de aço poderosas, essenciais para blindagem de tanques. (...)
Sinopse
A historia é contada de duas formas, alternando a narrativa. Uma passada nos anos 90, a outra passada nos anos 40.
Começa com o recrutamento do Sr. Klaus Felsen para as SS (...) a sua missão é a seguinte: é encarregue de fazer chegar até às 3000 toneladas por ano a importação de volfrâmio para a Alemanha, quer importando-o legalmente, quer por contrabando.
Na acção que decorre nos anos 90, o inspector Zé Coelho, é escolhido para resolver um caso. É escolhido por ser uma criatura difícil, e porque o caso é estranho. Trata-se de descobrir um homicídio de uma rapariga chamada Catarina Oliveira de 16 anos que morre em Monsanto. Caso relacionado com acontecimentos que se iniciaram 50 anos antes.
Wilson vai assim alternando na escrita; capítulos passados em Lisboa, Beira Baixa e Berlim de há 50 anos atrás e momentos na década de 90 em Lisboa e na zona de Sintra – Azenhas do Mar. As descrições do “terreno” são muito boas com imensos pormenores.
(...)
Fonte: Dissidente-x
sexta-feira, 7 de março de 2008
Katharina Franck (dos Rain Birds) roda video em Lisboa com Anton Corbijn (1989)
Katharina Franck nasceu em Düsseldorf em Julho de 1963, tendo vivido cerca de 12 anos em Portugal e 2 anos no Brasil.
Regressou em 1980 à Alemanha para se tornar uma "pop star", tendo formado o grupo Rainbirds que obteve grande sucesso com os primeiros dois álbuns (ambos TOP 5 na Alemanha), donde foram extraídos, para single, temas como "Blue Print" (1987) e "Sea of Time" (1989).
Em 1993 incluiu no álbum "In a different ligt" dos Rainbirds dois temas em língua não inglesa: "Pessoa 1934" (em Português, com base num poema de Fernando Pessoa) e "Jamais Jamais" (em Francês).
Anteriormente, em 1990, publicara com o grupo Stein um tema em português chamado "Educação".
Alguns dos seus videoclips foram dirigidos pelo famoso fotografo e realizador holandês Anton Corbijn, tendo o videoclip de "Love is a better word (White city light)" sido rodado - em 1989 - em Lisboa (que é a cidade branca do título).


A cantora Nicole Eitner (corista dos Delfins) incluiu recentemente no seu album uma versão do tema "Love is a better word (White city light)".

Link: video
Regressou em 1980 à Alemanha para se tornar uma "pop star", tendo formado o grupo Rainbirds que obteve grande sucesso com os primeiros dois álbuns (ambos TOP 5 na Alemanha), donde foram extraídos, para single, temas como "Blue Print" (1987) e "Sea of Time" (1989).
Em 1993 incluiu no álbum "In a different ligt" dos Rainbirds dois temas em língua não inglesa: "Pessoa 1934" (em Português, com base num poema de Fernando Pessoa) e "Jamais Jamais" (em Francês).
Anteriormente, em 1990, publicara com o grupo Stein um tema em português chamado "Educação".
Alguns dos seus videoclips foram dirigidos pelo famoso fotografo e realizador holandês Anton Corbijn, tendo o videoclip de "Love is a better word (White city light)" sido rodado - em 1989 - em Lisboa (que é a cidade branca do título).


A cantora Nicole Eitner (corista dos Delfins) incluiu recentemente no seu album uma versão do tema "Love is a better word (White city light)".

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