Mostrar mensagens com a etiqueta Alemanha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alemanha. Mostrar todas as mensagens

domingo, 20 de outubro de 2013

"Kanimambo": de Moçambique para o Mundo


Uma Casa Portuguesa“ tem pouco de moçambicano. Mas “Kanimambo”, igualmente com música de Artur Fonseca e letra de Reinaldo Ferreira e Matos Sequeira, “já tem qualquer coisa de africano, naquela versão retro-luso-treto-africana, como os 'portugas' que tentam dançar a marrabenta”.

João Maria Tudella alcançou em 1959 o seu primeiro êxito como cançonetista, interpretando, no Rádio Clube de Moçambique, a canção "Kanimambo".

Com “Kanimambo” fará carreira em Portugal continental e algum sucesso nos Estados Unidos e na América do Sul. Defendendo sempre o seu estatuto de amador, é igualmente convidado para uma digressão ao Brasil.
 

 “Kanimambo” (obrigado num dialecto moçambicano) ficou como um símbolo dos últimos e melhores momentos da soberania portuguesa em Moçambique e ainda hoje, à beira Índico, é talvez a mais conhecida canção moçambicana.

Além do original, cantado por João Maria Tudela, existe uma outra versão, mais kitsch, cantada pelos Catita Brothers.

“Kanimambo” foi igualmente gravado pelo alemão  Horst Wende e a sua orquestra (versão instrumental), no seu álbum "Africana", que incluía versões de diversas canções de sabor africano, e pelo grupo galego “Los Españoles” num dos seus E.P. (Extended Play).


Los Españoles

Los Españoles foram um grupo vocal e instrumental formado por cinco jovens provenientes de La Coruña, León e Pontevedra que, sem perder as suas características hispânicas, possuíam um  repertório internacional que lhes permitiu ter algum sucesso, nas décadas de 50 e 60, em diversos países europeus, como França, Holanda, Alemanha e Suécia.

Além de "Kanimambo", gravaram "Moçambique", um outro sucesso de João Maria Tudella, com letra de Matos Sequeira e música de Artur da Fonseca, bem como versões do "Fado das Queixas", da autoria de Frederico de Brito e José Carlos Rocha, e "De degrau em degrau" de Jerónimo Bragança e Nóbrega e Sousa.



Fontes: Estado sentido / Ratosreturn / wikipedia

Agradecimento: João Carlos Callixto

Video: Horst Wende / Los Españoles ("Moçambique")

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Video de "Ein ganzer sommer" dos Virginia Jetzt rodado em Portugal (2004)



O grupo alemão Virginia Jetz editou em 2004 o single "Ein ganzer sommer" (em português "um verão inteiro). O video foi realizado por Benni Quabeck e acompanha a viagem algo simbólica de 4 jovens durante o período do verão, pelo que exigia terrenos acidentados e diferentes zonas de vegetação, floresta, rio e mar, o que foi possível encontrar em Portugal numa extensão de 50 quilómetros, evitando o versão chuvoso que fazia na Alemanha.
   







Diário de rodagem (fotos)

Video: Vimeo

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Videoclip de "Einmal um die welt" de Cro gravado em Portugal (2012)


Cro (de seu nome Carlo Waibel) é um rapper alemão que se apresenta com uma máscara de Panda para proteger a sua privacidade.

O seu primeiro álbum "Raop", cujo título resulta da combinação entre rap e pop, obteve muito sucesso na Alemanha, sendo considerado uma das grandes revelações da música alemã no ano de 2012.

O vídeo clip de "Einmal um die welt" (quinto single do álbum) foi rodado em Portugal, entre Lisboa e Cascais, acompanhando as brincadeiras de duas crianças (uma das quais será o próprio Cro em criança) junto a atrações turísticas como a Torre de Belém e a Ponte Vasco da Gama.








Video: Youtube

domingo, 30 de dezembro de 2012

O sucesso "marginal" de Dick Haskins



Dick Haskins é o pseudónimo literário de António Andrade de Albuquerque, escritor português nascido em Lisboa em 18 de Novembro 1929.  O facto de os leitores portugueses não aceitarem bem os autores nacionais levou-o, por exigência editorial, a utilizar um pseudónimo com nomes ingleses, contudo nunca escondeu a sua nacionalidade portuguesa.

Em 1961, foi editado pela primeira vez no estrangeiro – em Espanha e em diversos países da América do Sul – através da Editorial Molino. Em 1963, as editoras alemã Wilhelm Goldmann Verlag, de Munique, e Krimi Verlag AG, de Wollerau, Suíça, contratam oito dos seus livros já então escritos e publicados no idioma original, para publicação na Alemanha, Áustria e Suíça, e o editor Plaza & Janés, de Barcelona, publica dois títulos em Espanha e na América do Sul.



Seguir-se-iam outros países a partir de 1963, França, Itália, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Suécia1, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Grã-Bretanha, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Estados Unidos, México, Colômbia, Argentina, Uruguai e Brasil.

Ainda na década dos anos sessenta, a RTP – Radiotelevisão Portuguesa – produz e apresenta no programa "Noite de Teatro" a adaptação da sua novela "Fim-de-Semana com a Morte" com o título de "O Caso Bardot".

Crítica ao filme com referência ao personagem Jack Haskins

A mesma novela, mantendo o título original, é adaptada ao cinema numa co-produção internacional – Portugal, Espanha e Alemanha – filme que foi protagonizado por António Vilar, Peter Van Eyck e a italiana Letícia Román, dobrado em diversos idiomas e apresentado em vários países, entre eles os Estados Unidos.

É homenageado em Paris em 1963, com a atribuição do cartão de membro do cartão de membro do "Intelligence club" e eleito membro do Clube dos Escritores Franceses de Literatura Policial e de Espionagem.


Em 1975, dada a boa aceitação dos seus livros traduzidos em alemão e publicados na Alemanha, Áustria e Suíça, tem um encontro em Frankfurt com o Director da Televisão da ARD - Süddeutscher Rundfunk Stuttgart, que estava interessada em comprar uma série de 13 episódios produzida por si e baseada nos seus livros publicados na Alemanha. 

Regressado ao seu país, o período de profundas mudanças de ordem política não o favorece no sentido de conseguir o apoio financeiro, técnico e artístico indispensável – inclusivamente da televisão oficial - para assumir a responsabilidade de uma produção que seria paga por cerca de cinco milhões de marcos.


Em 1979, assina um contrato como produtor externo com a RTP – Radiotelevisão Portuguesa – e produz uma série de 12 filmes baseados nas suas obras, que foram exibidos nos anos oitenta.

Publicado em 30 países estrangeiros desde a década dos anos sessenta pelos editores Editorial Molino, Plaza & Janés, Aldo Garzanti Editore, Wilhelm Goldmann Verlag, Krimi Verlag AG, Born Uitgeversmij, West Print AG, Angyra Publishing House, Presses Internationales, Columba Magazine, Howard Baker Publishers Limited, Malmborg & Hedström Förlags AB e Editora Record.

Fonte: Site oficial de Dick Haskins (adaptado)

Mais informações: Brinca Brincando (série TV portuguesa) / Novos Livros (entrevista) / Conta-me histórias            

sábado, 15 de dezembro de 2012

“Fim de Semana com a morte” de Julio Coll (Notícia da Emissora Nacional) (1966)


“Fim de Semana com a morte” ("Comando de asesinos" em Espanha ou "High season for spies" nos E.U.A.) assinala a estreia como produtor de António Vilar, o nosso actor mais internacional. É uma co-produção com a Espanha e a Alemanha, em que intervém técnicos e artistas dos três países, sob a direcção do realizador espanhol Julio Coll.

Baseia-se o filme numa obra do autor português Luís Albuquerque, por sinal conhecido pelo pseudónimo Dick Haskins. Além de António Vilar e dos portugueses Artur Semedo, Américo Coimbra e Carlos Teixeira, do elenco desta réplica luso-hispano-alemã aos filmes género James Bond fazem parte os alemães Peter Van Eyck e Kurt Jurgens, a italiana Leticia Roman e os espanhóis Ricardo Rubinstein, Mikaela e Ricardo Valle.  


“Fim de semana com a morte”, que foi quase inteiramente rodado em Portugal, é [era], segundo as intenções do actor-produtor António Vilar, o primeiro passo para um mercado comum cinematográfico com a Espanha, visando um mundo cinematográfico de mais de 300 milhões de espectadores. (…)

A película foi estrada com êxito na Alemanha, já o ano passado, em 42 salas simultaneamente, tendo sido exibida nas 30 principais alemãs e em quase 300 cinemas de província.

Foi igualmente vendido para os Estados Unidos, para exibição numa cadeia de salas de cinema naquele país, o que também acontece pela primeira vez com filmes nacionais.  

Fonte: Museu RTP (adaptado)

Nota: O filme não terá tido um sucesso tão estrondoso, pois António Vilar teve dificuldades no acesso a financiamento nos filmes seguintes 



Opinião do site MI6 community


"High Season for Spies" (1966) is an exception in the season, having been made in Portugal. It's perhaps the film most clearly inspired by the Swinging Sixties Bond movies.

But the sets expose the limited budgets available. Its take on what BBC Television Centre might look like if it were in a small street in Lisbon is an undoubted highlight.

Mais informações: Goethe institut 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Fernando Abrantes was a Robot (1991)


Fernando Abrantes estudou engenharia de som na Alemanha. Em 1991, recebeu um convite surpreendente. Fazer parte da formação dos Kraftwerk, o mítico grupo alemão criador de conceitos pop que continuam a fascinar gerações.

O teclista Karl Bartos havia abandonado o projecto, que se preparava para empreender a sua terceira grande digressão pelo Reino Unido, e para completar o quarteto foi escolhido Abrantes.

Uma das novidades dos cerca de 15 concertos onde o português interveio foi a introdução de novos robôs no conceito visual. Foram criados quatro com as feições de cada um dos membros, providos de membros móveis e controlados pelos músicos, remotamente. Depois da saída de Abrantes, os Kraftwerk estabilizaram a sua formação com Ralf Hutter, Florian Schneider, Fritz Hilpert e Henning Schmitz.


Como é que se deu a entrada de Fernando Abrantes nos Kraftwerk

"A minha mãe é alemã, estudei engenharia de som sete anos em Düsseldorf e foi aí que conheci Fritz Hilpert, hoje um dos principais membros dos Kraftwerk. Ele é também engenheiro de som, é responsável por "disparar" o computador central e toca percussões electrónicas no grupo. Éramos amigos e colaborámos em alguns projectos.

Em 1991, já eu estava em Portugal, recebi um telefonema dele a perguntar-me se queria fazer um "casting" para substituir Karl Bartos, o teclista principal. Já tinha aqui a minha vida, tinha nascido a minha primeira filha, mas lá fui ter com eles. Pagaram-me um bilhete de avião, gostaram de mim e ficou decidido que iria integrar a formação do grupo na digressão por Inglaterra nesse mesmo ano."


Robôs-réplicas

"Era engraçado ver a minha cabeça-de-robô na imprensa... [risos]. Fazia parte da concepção do espectáculo. Era impressionante como aquilo funcionava porque os robôs eram tratados com extremo cuidado. Foram feitos por uma empresa italiana que conseguiu, via "MIDI", que todas as articulações pudessem ser comandadas por computador. (...)"

Fonte: Vítor Belanciano (Público / Ipslon) (adaptado)

Fernando Abrantes actuou com os Kraftwek na digressão inglesa de "The Mix" (1991), tendo posteriormente sido substituído por Henning Schmitz, contudo o robô de Abrantes continuou a aparecer na tournée.

Sobre esse aspecto, Ralf disse: "é muito mais fácil trocar um membro do que um robô!"

Outras Fontes: DJ Hunter-Nila /Parabolicadoblum

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Joaquim Paulo edita livros "Jazz Covers" (2008) e "Funk & Soul Covers" (2010) pela Taschen


A editora alemã Taschen lançou, em 2008, "Jazz Covers", um livro do coleccionador português Joaquim Paulo, que reproduz ao longo de 496 páginas cerca de 700 capas de vinis de jazz dos anos 1940 a 1990 da sua discoteca pessoal.

O livro, de capa mole e com um formato aproximado de um LP, reproduz as capas dos perto de 700 discos acompanhados de ficha técnica, comentários e entrevistas que contextualizam historicamente cada vinil.


"Jazz Covers" é "um documento da história do jazz e revelador de como a componente gráfica teve uma ligação muito importante com a música", disse Joaquim Paulo à agência Lusa.

Os discos foram escolhidos a partir da colecção pessoal de 25.000 títulos de Joaquim Paulo, profissional ligado à rádio em Portugal há mais de vinte anos e, mais recentemente, fundador da editora "Mad About Records".


Considerando esta obra "um projecto de vida", Joaquim Paulo trabalhou neste livro ao longo de dois anos, seleccionando os discos e compilando testemunhos de personalidades-chave para contar a história do jazz. São os casos de Rudy Van Gelder, o engenheiro de som que gravou álbuns para a Blue Note ou para a Prestige, o produtor de jazz Creed Taylor e o designer Bob Ciano.

Joaquim Paulo propôs o projecto à Taschen, porque queria uma editora "que tivesse um grande cuidado gráfico" e foi o próprio fundador da editora alemã, Benedict Taschen, que viabilizou a edição.


Apesar de o jazz remeter invariavelmente para os Estados Unidos, a escolha de Joaquim Paulo é geograficamente ampla, com a inclusão de discos da Argentina, Brasil, Polónia, Roménia ou Reino Unido.

Da galeria de eleitos fazem parte Miles Davis, Chet Baker, Thelonious Monk, John Coltrane, Ornette Coleman, Count Basie, Art Blakey, Bill Evans, Ella Fitzgerald e Chick Corea, mas também Stan Getz, Claus Ogerman, Teuo Nakamura, Vince Guaraldi, Moacir Santos e Maurice Vander.


Muitos dos discos foram seleccionados também por revelarem uma "cumplicidade entre os designers e os músicos. Há uma sintonia entre o que a capa mostra e a música", sobretudo dos anos 1950 e 1960, comentou Joaquim Paulo.

A escolha, que exclui artistas portugueses, vai apenas até aos anos 1990, por causa do declínio das edições de música em vinil e da rápida ascensão do digital, com o CD.

Joaquim Paulo recebeu o prestigiado Prix du Livre de Jazz 2008, atribuído pela Academia Francesa de Jazz.


Ligação lusa

"Jazz Covers" foi uma ideia que partiu do próprio Joaquim Paulo. "Uma vez li no 'Expresso', isto há três anos [em 2005], que o director financeiro da Taschen na altura era um português, Pedro Lisboa, que hoje é o vice-presidente da editora.

Andei à procura dele em vários escritórios da Taschen - encontrei-o em Colónia. Enviei a proposta já escrita e esquematizada, com um trabalho prévio feito. Ele respondeu de imediato, coisa que me surpreendeu muito."

Fontes/Mais informações: Lusa / Ipsilon / Público / DN / Fragmentos-Lte / Blitz / Taschen


"Funk & Soul Covers"

Depois do excelente Jazz Covers, Joaquim Paulo já tem nova aventura pronta na Taschen – Funk & Soul Covers. O livro foi publicado em duas edições trilingues (português, espanhol e italiano, uma, e inglês, francês e alemão, a outra) e vem acompanhado de um disco de sete polegadas em vinil.

No livro há entrevistas com Larry Mizell, Gabe Roth e David Ritz («tipo porreiro», segundo o próprio Joaquim Paulo) e listas de Danny Krivit, Steinski, Egon, etc.

Das mais de 500 capas de discos que podem ver-se neste livro, todas pertencem à colecção pessoal de Joaquim Paulo, que tem cerca de 25 mil exemplares. "Foi um vício que me foi incutido pelo meu primo, que comprava imensos discos e eu desde miúdo só via aquele espírito de comprador compulsivo.



Cresci com uma referência destas, ele era também um grande fã de funk e jazz, por isso as primeiras coisas que ouvi em casa passaram muito por este tipo de música", contou.

Segundo o autor, o período da revolução musical vivida nas décadas de 60 e 70 do século XX foi acompanhado pelo grafismo das capas dos discos: "Agora ao falar com algumas pessoas ligadas a editoras de funk e soul da altura, e também com produtores, todos me dizem que havia ali uma comunhão de interesses, a indústria discográfica dava uma liberdade que permitia aos designers gráficos e aos fotógrafos fazer coisas que hoje são impensáveis."

Fontes: DN / 33-45 / Taschen

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Publicidade ao Porsche Panamera S Hybrid filmada em Portugal (2011)

Filmado em Portugal, entre Lisboa e a Serra da Arrábida, o Panamera S Hybrid é a promessa concretizada da Porsche em dar à luz uma berlina de baixo consumo e altas performances.






Video: Youtube

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A Ilha da Madeira do Século XIX em "Sterne über Madeira" (2005)

"Sterne über Madeira" conta a história de Katharina (Denise Zich), uma jovem noviça do século XIX, que, em vez de tomar os seus votos no Mosteiro do Funchal, assume a identidade de Emma von Hohenburg, que falecera a bordo de um navio proveniente de Hamburgo. Mas a sua história não vai ser um conto de fadas.

Emma fora prometida em casamento a John (Lucas Gregorowicz), seu primo distante, pertencente a uma ilustre família de produtores de vinho na Ilha da Madeira.

A família vive sob o jugo do patriarca, Arnold Greifenberg (Michael Mendl), que exige uma subordinação absoluta por parte de todos os membros da família.

Katharina vai-se apaixonar por Benedict (Gregor Toerzs), outro dos membros da família Greifenberg, o que irá tornar a sua situação mais difícil ...


Sob direcção de Marco Serafini, a série da tv alemã ZDF foi filmada na Cidade do Cabo, onde se procurou reproduzir a Madeira de 1897.

Fontes: Wunschliste / IMDb

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Guano Apes ao vivo no Festival Sudoeste (2000)


O grupo alemão Guano Apes lançou em 2000 o seu segundo álbum "Don't Give Me Names", do qual foi extraído para segundo single o tema "Living In A Lie".

O video inclui excertos do concerto dos Guano Apes no Sudoeste de 2000.

Video: Youtube

quinta-feira, 1 de abril de 2010

"Der Vetter Basilio" de Wilhelm Semmelroth (1969)


A estação de televisão alemã WDR transmitiu em Julho de 1969 uma série de dois episódios baseada no romance “O Primo Basílio” do escritor português Eça de Queirós.

Com argumento de Gerd Angermann e realização de Wilhelm Semmelroth, a série contava, nos principais papéis, com a participação dos seguintes actores: Diana Körner (Luiza), Erich Hermann Schleyer (Jorge), Hans von Borsody (Basilio) e Ingeborg Lapsien (Juliana).

A série foi rodada em Portugal em condições bastante adversas, tendo o realizador tido a necessidade de participar como figurante em várias ocasiões, porque os actores amadores não apareceram para as gravações. 





Fontes: wikipedia / IMDb